Resumo Trabalho

RELAÇÃO ENTRE TESTOSTERONA SALIVAR E DESEMPENHO TÉCNICO EM ATLETAS DE FUTEBOL

Autor(es): PEDRO VICTOR FELISBERTO DA SILVA, CRISTIANO ISRAEL CAETANO, JOSÉ FRANCISO LÓPEZ-GIL, FERNANDO RENATO CAVICHIOLLI, SYLVIA CHEDID SEIDINGER, RÔMULO ARAÚJO FERNANDES, CAMILA BUONANI DA SILVA

EXISTEM EVIDÊNCIAS QUE A TESTOSTERONA PODE INFLUENCIAR A COGNIÇÃO DE SERES HUMANOS, UMA VEZ QUE ALTAS CONCENTRAÇÕES DESSE HORMÔNIO PARECEM POSSUIR RELAÇÃO POSITIVA COM PRECISÃO E ATENÇÃO PARA EXECUÇÃO DE TAREFAS MOTORAS. NESSE CONTEXTO, ASSUMINDO QUE O FUTEBOL É UM ESPORTE QUE EXIGE QUE SEUS PRATICANTES SEJAM CAPAZES DE TOMAR DECISÕES CORRETAS AS QUAIS TERÃO INFLUÊNCIA NO DESEMPENHO FÍSICO E TÁTICO, É IMPORTANTE INVESTIGAR A RELAÇÃO ENTRE TESTOSTERONA E AÇÕES TÉCNICAS. O OBJETIVO DO PRESENTE ESTUDO FOI ANALISAR SE HÁ RELAÇÃO ENTRE A CONCENTRAÇÃO DE TESTOSTERONA SALIVAR (TS) E AÇÕES TÉCNICAS DE FUTEBOLISTAS DO SEXO MASCULINO. ESTUDO DE CARÁTER TRANSVERSAL AVALIOU UMA EQUIPE DE FUTEBOL, COMPOSTA POR ATLETAS AMADORES. A MASSA CORPORAL FOI AFERIDA COM BALANÇA ELETRÔNICA A ESTATURA FOI AFERIDA NO ESTADIÔMETRO FIXO. PARA A ANÁLISE HORMONAL FOI COLETADA SALIVA ANTES E APÓS UMA PARTIDA DE FUTEBOL AMISTOSA, UTILIZADO O MÉTODO DE COLETA COM ALGODÃO (SALIVETE). POSTERIORMENTE, A CONCENTRAÇÃO DE TS FOI DOSADA POR MEIO DO MÉTODO DE ELISA. A PARTICIPAÇÃO COM BOLA FOI DETERMINADA POR MEIO DO REGISTRO DAS FREQUÊNCIAS DE AÇÕES TÉCNICAS (CHUTES NO GOL, DESARMES, PASSES E RECEPÇÃO) NO PRIMEIRO E SEGUNDO TEMPO DA PARTIDA E CLASSIFICADAS COMO: AÇÃO CERTA (AC), ERRADA (AE) E TOTAL (AT). AS AC E AE FORAM APRESENTADAS EM VALORES ABSOLUTOS E RELATIVOS. A RELAÇÃO ENTRE FREQUÊNCIA DE AÇÕES TÉCNICAS E A CONCENTRAÇÃO DE TS FOI ANALISADA PELO TESTE DE CORRELAÇÃO DE SPERMAN. O TRATAMENTO ESTATÍSTICO FOI REALIZADO PELO SOFTWARE BIOSTAT E A SIGNIFICÂNCIA ESTATÍSTICA ESTABELECIDA EM 5%. FORAM AVALIADOS 13 ATLETAS DE FUTEBOL, COM OS SEGUINTES VALORES (MÉDIA E DESVIO PADRÃO): IDADE = 18,2 (0,9) ANOS; MASSA CORPORAL = 64,8 (8,8) KG; ESTATURA = 1,8 (0,6) M; TS = 6267,5 (971,5) PG/G; AC 1º TEMPO = 21,2 (6,8); AE 1º TEMPO = 6,8 (2,7); AT 1º TEMPO = 28 (7,2); AC 2º TEMPO = 15,5 (10,9); AE 2º TEMPO = 4,1 (3,7); AT 2º TEMPO = 19,7 (13,9). AS CORRELAÇÕES APRESENTARAM OS SEGUINTES VALORES: TS X AC 1º TEMPO: R = 0,044; P-VALOR = 0,910; TS X AC (%) 1º TEMPO: R = 0, 520; P-VALOR = 0,151; TS X AE 1º TEMPO: R = 0,502; P-VALOR = 0,169; TS X AE (%) 1º TEMPO: R = 0,520; P-VALOR = 0,151; TS X AT 1° TEMPO: R = 0,227; P-VALOR = 0,566; TS X AC 2° TEMPO: R = -0,165; P-VALOR = 0,589; TS X AC 2º TEMPO (%): R = 0,781 P-VALOR = 0,002; TS X AE 2° TEMPO: R = -0,405; P-VALOR = 0,170; TS X AE 2º TEMPO (%) R = -0,781; P-VALOR = 0,002; TS X AT 2° TEMPO: R = -0,237; P-VALOR = 0,435. CONCLUI-SE QUE MAIORES VALORES DE TS, COLETADA ANTES DE UMA PARTIDA DE FUTEBOL, TÊM RELAÇÃO COM MAIOR PARTICIPAÇÃO COM BOLA (FREQUÊNCIA DE AÇÕES TÉCNICAS) EM PARTIDA AMISTOSA EM ATLETAS DE FUTEBOL DE NÍVEL AMADOR E DO SEXO MASCULINO. APOIO PIBIC/CNPQ. E-MAIL: PEDROSILVAFELISBERTO@HOTMAIL.COM

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