Resumo Trabalho

PERCEPÇÕES DE ESTAGIÁRIAS SOBRE O PROCESSO DE ENSINO DA MARCHA ATLÉTICA EM UMA AULA DE EDUCAÇÃO FÍSICA.

Autor(es): FERNANDO PAULO ROSA DE FREITAS, CRISTIANO ISRAEL CAETANO, JOSÉ FRANCISO LÓPEZ-GIL, FERNANDO RENATO CAVICHIOLLI

ESSE TRABALHO É UM RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE O ENSINO DE UMA PROVA ATLÉTICA EM UMA ESCOLA ESTADUAL. AINDA QUE A CAMINHADA SEJA A ATIVIDADE FÍSICA MAIS PRATICADA NO BRASIL, SUA VERSÃO ESPORTIVA MAIS APROXIMADA, A MARCHA ATLÉTICA, AINDA É POUCO CONHECIDA. ESSE É UM DOS PROVÁVEIS MOTIVOS PARA QUE ESSA MODALIDADE NÃO SEJA COMUM NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA. NO CURRÍCULO OFICIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO, POR EXEMPLO, O ATLETISMO ESTAVA PREVISTO PARA SER ENSINADO NO PRIMEIRO BIMESTRE PARA OS 7° (CORRIDAS E SALTOS) E 8° ANOS (CORRIDAS, ARREMESSOS E LANÇAMENTOS) DO ENSINO FUNDAMENTAL. A PROVA DA MARCHA ATLÉTICA, NO ENTANTO, NÃO ESTAVA CONTEMPLADA. JÁ A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR APRESENTA O ATLETISMO COMO UMA MODALIDADE ESPORTIVA DE MARCA, CARACTERÍSTICA COMUM A TODAS AS SUAS PROVAS. PARA A E. E. PROF. ODILON CORRÊA, SITUADA NA CIDADE DE RIO CLARO - SP O ENSINO DA MARCHA ATLÉTICA JÁ ACONTECIA POR MEIO DA ANOTAÇÃO DE TEXTOS E DA APRESENTAÇÃO DE VÍDEOS. O ENSINO DESSA PROVA REPRESENTAVA UM COMPLEMENTO AO ENSINO DO ATLETISMO, PRATICADO TRADICIONALMENTE NESSA ESCOLA E VOLTADO, PRINCIPALMENTE, ÀS COMPETIÇÕES ESCOLARES. A AUSÊNCIA DA MARCHA ATLÉTICA NO CURRÍCULO E NOS JOGOS ESCOLARES, NO ENTANTO, NÃO OFERECIA GRANDE ESTÍMULO PARA SEU ENSINO NO ASPECTO PROCEDIMENTAL. ISSO SÓ VEIO A OCORRER NA TRANSIÇÃO DO CURRÍCULO PAULISTA PARA A BNCC, NO INÍCIO DE 2019: DUAS TURMAS DE 7º ANOS EXPERIMENTARAM O LADO PRÁTICO DESSA PROVA, DEPOIS DE ASSISTIREM A UM VÍDEO E, TAMBÉM, DE RECEBEREM BREVES INSTRUÇÕES DO PROFESSOR. PARA A PRIMEIRA TURMA, ESSA AULA FOI MINISTRADA PELO PROFESSOR DA ESCOLA E ACOMPANHADA POR TRÊS ESTAGIÁRIAS DO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA, DA UNESP DE RIO CLARO. PARA A SEGUNDA TURMA, INVERTERAM SE OS PAPÉIS: AS ESTAGIÁRIAS MINISTRARAM A AULA E O PROFESSOR AS ACOMPANHOU. ESSE TRABALHO TRAZ O RELATO DE EXPERIÊNCIA DESSAS ESTAGIÁRIAS, RELATIVO AO ENSINO DE UM CONTEÚDO QUE LHES ERA POUCO FAMILIAR E, TAMBÉM, SOBRE AS ESTRATÉGIAS UTILIZADAS PELO PROFESSOR COLABORADOR, VOLTADOS PARA A FORMAÇÃO DAS FUTURAS PROFESSORAS. PELOS RELATOS, NÃO FORAM ENCONTRADAS MUITAS DIFICULDADES PARA O ENSINO DESSA PROVA, MESMO SENDO A PRIMEIRA REGÊNCIA DE DUAS DAS INTEGRANTES DO GRUPO E, TAMBÉM, A DESPEITO DE QUE O CONTEÚDO DA AULA TENHA SIDO REVELADO NESSE MESMO DIA. TAL SITUAÇÃO DEMANDOU QUE AS ESTAGIÁRIAS PARTICIPASSEM DA PRIMEIRA AULA TANTO COM OLHARES DE ALUNAS QUANTO DE PROFESSORAS. NO MOMENTO DA REGÊNCIA, CONTARAM COM OS SABERES ADQUIRIDOS NA PRIMEIRA AULA E, TAMBÉM, COM O QUE JÁ HAVIAM APRENDIDO NA UNIVERSIDADE, NO INÍCIO DA GRADUAÇÃO. DE ACORDO COM OS RELATOS DAS ESTAGIÁRIAS, ESSA ESTRATÉGIA FORMATIVA LHES PROPORCIONOU O RESGATE E O REFORÇO DE SABERES, AGORA NA PERSPECTIVA DE PROFESSORAS.

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