Resumo Trabalho

A INFLUÊNCIA DE PAIS E FAMILIARES EM ESPORTISTAS DE NATAÇÃO: OLHARES DA PSICOLOGIA DO ESPORTE

Autor(es): FERNANDO DE LIMA FABRIS, CRISTIANO ISRAEL CAETANO, JOSÉ FRANCISO LÓPEZ-GIL, FERNANDO RENATO CAVICHIOLLI, KAUAN GALVÃO MORÃO, GUILHERME BAGNI, JOACKS DE PAULA LEMOS FILHO, BRUNA FEITOSA DE OLIVEIRA, AFONSO ANTONIO MACHADO

Diversos aspectos nos envolvem durante uma pratica esportiva, indo alÉm dos fatores fÍsicos, tÉcnicos e tÁticos. SÃo essas as interferÊncias externas, que influÊnciam nosso bem-estar durante o evento que realizamos, seja ele em questÃo do desempennho quanto no ambito emocional, este esta por lidar diretamente com as nossas emoÇÕes e com o nosso bem-estar. Nesse contexto, direcionamos o estudo para as influÊncias dos pais e familiares durante a prÁtica esportiva, estes que alÉm de ser considerados o primeiro contexto social da vida dos jovens atletas, sÃo responsÁveis por sua formaÇÃo, tanto como ser humano, quanto como atleta. Partindo desta perspectiva, o presente trabalho buscou verificar a relaÇÃo da influÊncia de pais e familiares durante a prÁtica esportiva e suas possÍveis consequÊncias, nos olhares e aspectos da psicologia do esporte. Foi realizado para a coleta de dados, um questionÁrio individual, com questÕes objetivas abordando o tema e objetivo proposto. E atravÉs dos questionario aplicado em 6 atletas universitÁrios, entre 18 e 42 anos, praticantes da modalidade esportiva NataÇÃo, foi possÍbel obter e anlisar os seguintes resultados, 5 entrevistados, relataram que os seus pais e familiares influÊnciaram tanto positivamente quanto negativamente durante a sua prÁtica, e que em alguns momentos desda interferÊncia, os mesmos foram causadores fatores de pressÃo em sua prÁtica. 1 dos entrevistados nos relatou que seus pais nunca inteferiram de maneira positiva ou negativa, porÉm se sentia pressionado muitas vezes durante a prÁtica. De todos que participaram da pesquisa, 3 (50%), assinalaram que jÁ pensaram em desistir na prÁtica esportiva por conta desses fatores, um destes, o voluntÁrio que relatou nunca ter sofrido interferÊncia dos seus pais e familiares. Ao serem perguntados se em algum momento sofreram alguma intervenÇÃo relacionado a psicologia do esporte, apenas um entrevistado sinalizou que sim, sendo este tambÉm o Único que chegou a prÁtica profissional na modalidade. Portanto, atravÉs da leitura e anÁlise dos resultados, foi possÍvel concluir a importÂncia que os pais e familiares compÕem para a formaÇÃo de futuros atletas, auxiliando em sua construÇÃo quanto atleta e ser humano. Isso ocorrendo quando a influÊncia É lidada de maneira positiva. PorÉm, caso isso nÃo ocorra, essa influÊncia pode exercer o resultado inverso, acarretando atÉ, em situaÇÕes mais severas, como o surgimento do estado de depressÃo e consequentemente uma desistÊncia precosse na prÁtica. O que nÃo ocorreu com nenhum dos entrevistados. Com isso, chegamos ao um ponto que nÃo hÁ uma resoluÇÃo para uma intervenÇÃo “adequada” ou um padrÃo de tratamento para estes casos, exemplificado pelo fator de que cada indivÍduo responde de maneira diferente para cada situaÇÃo de interferÊncia externa, sendo papel do profissional que o auxilia conseguir fazer uma leitura e intervenÇÃo individual de cada caso, tendo o conhecimento adequado sobre esse contexto.

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