Artigo Anais I CONGREPICS

ANAIS de Evento

ISSN: 2594-8334

CONTRIBUIÇÃO DA PRÁTICA DE GRUPO EDUCATIVO NO USO RACIONAL DE PLANTAS MEDICINAIS NA GRAVIDEZ E LACTAÇÃO

Palavra-chaves: GRAVIDEZ, AMAMENTAÇÃO, PLANTAS MEDICINAIS, GRUPO EDUCATIVO, GRUPO EDUCATIVO Pôster (PO) - Resumo Expandido ET-01: PICS na atenção à saúde
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      Introdução:  O uso de plantas medicinais é muito comum entre as mulheres grávidas e \r\n
      lactantes no Brasil. No entanto, o período de gestação na vida das  mulheres  e também a \r\n
      fase de amamentação necessitam de cuidados especiais, principalmente relacionados ao \r\n
      uso de medicamentos e plantas medicinais. O efeito de muitas plantas medicinais\r\n
      utilizadas nesta fase ainda é desconhecida e os maiores riscos estão relacionados \r\n
      principalmente com efeito teratogênico, aborto, potencial tóxico e morte fetal. Portanto, em \r\n
      geral, há uma restrição sobre o uso de várias plantas medicinais durante os três primeiros \r\n
      meses de gestação. Portanto, a prática de grupo educativo em saúde é um fator \r\n
      determinante para a promoção da saúde das grávidas, lactantes, feto e bebês.  Material e \r\n
      Métodos: Rodas de conversa na ONG "Bebê a Bordo" Araraquara, Estado de São Paulo, \r\n
      Brasil, a fim de ouvir relatos sobre o uso de plantas medicinais pelas participantes da \r\n
      ONG.  Em seguida, reuniões de grupo  apresentando as plantas medicinais contra-indicadas na gravidez e lactação, e os possíveis efeitos adversos do seu uso irracional,\r\n
      tais como, secagem do leite materno, sangramento, aborto dentre outros problemas. 100 \r\n
      mulheres grávidas participaram das atividades. Resultados: Todas as mulheres grávidas \r\n
      (100%) relataram o uso de alguma planta medicinal, tais como "camomila", "hortelã" \r\n
      "erva-doce", "funcho" "capim-limão" para problemas relacionados com gases, má \r\n
      digestão, náuseas e ansiedade. Elas relataram desconhecimento dos riscos da utilização \r\n
      de algumas plantas, por acreditarem ser produtos "naturais" e não fazer mal a saúde \r\n
      nesta fase. Elas relataram não conversar com o médico sobre as plantas que eles usam \r\n
      em casa, porque o médico não pergunta. Muitas das mulheres grávidas relataram o uso \r\n
      de plantas indicadas por parentes e vendedores de ervas em feiras livres, mercados e \r\n
      lojas de  alimentos saudáveis. Discutiu-se também a importância de aquisição local de \r\n
      plantas medicinais na natureza, como há um risco de identidade falsa e má qualidade do \r\n
      material adquirido. Elas também informaram ter dúvidas sobre quais plantas medicinais \r\n
      podem ser usadas.  Discussão: O grupo educativo sobre plantas medicinais foi um passo \r\n
      importante combinando educação para a saúde das mulheres grávidas e lactantes e um \r\n
      espaço para esclarecer dúvidas que não podem ser colocadas durante a rápida consulta \r\n
      médica. Sendo assim, acreditamos que uma ação conjunta entre os níveis da comunidade \r\n
      local, pode levar à promoção da saúde das mulheres grávidas e lactantes, e o uso \r\n
      racional de plantas medicinais. Conclusão: Sendo assim, podemos concluir que a prática \r\n
      do grupo educativo  sobre plantas medicinais em gestação e lactação é urgente e \r\n
      necessário nos serviços públicos de saúde.\r\n
      Apoio:  ONG “Bebê a Bordo”,  Araraquara,  PROEX-  UNESP , PADC-  FCF-  UNESP-Araraquara, São Paulo, Brasil.
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Publicado em 18 de dezembro de 2017

Resumo

Introdução: O uso de plantas medicinais é muito comum entre as mulheres grávidas e lactantes no Brasil. No entanto, o período de gestação na vida das mulheres e também a fase de amamentação necessitam de cuidados especiais, principalmente relacionados ao uso de medicamentos e plantas medicinais. O efeito de muitas plantas medicinais utilizadas nesta fase ainda é desconhecida e os maiores riscos estão relacionados principalmente com efeito teratogênico, aborto, potencial tóxico e morte fetal. Portanto, em geral, há uma restrição sobre o uso de várias plantas medicinais durante os três primeiros meses de gestação. Portanto, a prática de grupo educativo em saúde é um fator determinante para a promoção da saúde das grávidas, lactantes, feto e bebês. Material e Métodos: Rodas de conversa na ONG "Bebê a Bordo" Araraquara, Estado de São Paulo, Brasil, a fim de ouvir relatos sobre o uso de plantas medicinais pelas participantes da ONG. Em seguida, reuniões de grupo apresentando as plantas medicinais contra-indicadas na gravidez e lactação, e os possíveis efeitos adversos do seu uso irracional, tais como, secagem do leite materno, sangramento, aborto dentre outros problemas. 100 mulheres grávidas participaram das atividades. Resultados: Todas as mulheres grávidas (100%) relataram o uso de alguma planta medicinal, tais como "camomila", "hortelã" "erva-doce", "funcho" "capim-limão" para problemas relacionados com gases, má digestão, náuseas e ansiedade. Elas relataram desconhecimento dos riscos da utilização de algumas plantas, por acreditarem ser produtos "naturais" e não fazer mal a saúde nesta fase. Elas relataram não conversar com o médico sobre as plantas que eles usam em casa, porque o médico não pergunta. Muitas das mulheres grávidas relataram o uso de plantas indicadas por parentes e vendedores de ervas em feiras livres, mercados e lojas de alimentos saudáveis. Discutiu-se também a importância de aquisição local de plantas medicinais na natureza, como há um risco de identidade falsa e má qualidade do material adquirido. Elas também informaram ter dúvidas sobre quais plantas medicinais podem ser usadas. Discussão: O grupo educativo sobre plantas medicinais foi um passo importante combinando educação para a saúde das mulheres grávidas e lactantes e um espaço para esclarecer dúvidas que não podem ser colocadas durante a rápida consulta médica. Sendo assim, acreditamos que uma ação conjunta entre os níveis da comunidade local, pode levar à promoção da saúde das mulheres grávidas e lactantes, e o uso racional de plantas medicinais. Conclusão: Sendo assim, podemos concluir que a prática do grupo educativo sobre plantas medicinais em gestação e lactação é urgente e necessário nos serviços públicos de saúde. Apoio: ONG “Bebê a Bordo”, Araraquara, PROEX- UNESP , PADC- FCF- UNESP-Araraquara, São Paulo, Brasil.

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