Artigo Anais II CONBRACIS

ANAIS de Evento

ISSN: 2525-6696

STAPHYLOCOCCUS AUREUS COMO AGENTE ETIOLÓGICO DE DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ALIMENTOS: DADOS EPIDEMIOLÓGICOS, PRINCIPAIS ALIMENTOS, FATORES CAUSAIS, TOXINAS, SINTOMATOLOGIA E MEDIDAS PROFILÁTICAS.

Palavra-chaves: MICROBIOLOGIA DOS ALIMENTOS, DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ALIMENTOS, GÊNERO STAPHYLOCOCCUS Comunicação Oral (CO) AT-03: Farmácia
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Publicado em 14 de junho de 2017

Resumo

O Staphylococcus aureus se caracteriza por uma bactéria Gram-positiva, catalase positiva e coagulase positiva, sendo responsável por causar uma grande diversidade de enfermidades, desde simples foliculites até infecções a nível sistêmico, podendo levar o paciente a sepse. Além disso, essas bactérias podem colonizar alimentos, em que, em certas condições podem produzir toxinas responsáveis por causar o desenvolvimento de Doenças Transmitadas por Alimentos (DTAs). Deste modo, o presente estudo teve como objetivo obter dados epidemiológicos atuais sobre a existência de DTAs causados por S. aureus, catalogar os principais alimentos contaminados, discutir fatores causais para a contaminação, assim como destacar as toxinas produzidas, os principais sintomas observados e indicar medidas profiláticas. O presente estudo tratou-se de um revisão bibliográfica do tipo sistemática em que foram utilizadas as bases de dados Medline, Pubmed, Lilacs, Scielo e dos comitês nacionais e internacionais de saúde, utilizando artigos publicados entre os anos de 2007 à 2016. Os seguintes termos de pesquisa (palavras-chaves e delimitadores) foram utilizados em várias combinações: 1) Doenças Transmitidas por Alimentos; 2) Enterotixinas estafilocócicas; 3) Intoxicação alimentar; 4) Staphylococcus aureus. O S. aureus é o terceiro microrganismos responsável pelo desenvolvimento de DTAs, podendo contaminar diversos alimentos como as carnes, principalmente as fatiadas, incluindo carnes de bovinos, frango e peixes, produtos lácteos como leite, queijos e coalhadas, molhos para saladas, cogumelos, enlatados, presunto, salame, produtos de panificação e cremes de ovos. Essa contaminação pode se dar devido a má manipulação dos alimentos, como também devido fatores intrínsecos e extrínseco, que em certas condições permitem o desenvolvimento das toxinas estafilocócicas nomeadas de A, B, C (1, 2 e 3), D e E, em que a do tipo A, chamada também de SEA( enterotoxina estafilocócica A) é a principal toxina responsável por causar DTAs. Dentre os principais sintomas, observa-se a presença de náuses, diarreia e vômitos, assim como, cãibras musculares e modificações da pressão arterial (PA) e nas taxas de pulsação, nos casos mais graves, entretando medidas profiláticas podem ser tomadas para evitar o desenvolvimento DTAs advindas de S. aureus, como boas práticas de manipulação, medidas higiênicas, cozinhar os alimentos logo após a manipulação e refrigeração abaixo de 7º C. Deste modo, é possível concluir que as DTAs são um problema de saúde pública, contudo a utilização de medidas profiláticas e preventivas podem contribuir para uma diminuição drástica da contaminação de alimentos por S. aureus, que por ser uma bactéria presente na microbiota normal exige um maior cuidado, sobretudo por parte dos manipuladores de alimentos, que necessitam ser capacitados para permitir uma manipulação e preparo correto dos alimentos.

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