Artigo Anais I CONBRACIS

ANAIS de Evento

ISSN: 2525-6696

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CAPACITAÇÃO NA ESTRATÉGIA AIDPI: EFEITO SOBRE O DESEMPENHO DE ENFERMEIROS NAS AÇÕES DE EMERGÊNCIA EM SAÚDE PRIMÁRIA DA CRIANÇA

Palavra-chaves: CUIDADO DA CRIANÇA, CUIDADOS PRIMÁRIOS DE SAÚDE, SAÚDE INFANTIL, ATENÇÃO INTEGRAL ÀS DOENÇAS PREVALENTES NA INFANCI Pôster (PO) AT-04: ENFERMAGEM Publicado em 15 de junho de 2016

Resumo

Este estudo tem como objetivo geral, conhecer o efeito da capacitação da estratégia da AIDPI sobre o desempenho dos profissionais da Enfermagem no contexto das ações de emergência a saúde da criança na Atenção Primária à Saúde, a partir da história oral da vivencia de duas enfermeiras inseridas em diferentes realidades do Estado da Paraíba. Trata-se de um estudo de natureza qualitativa e exploratória. Foram considerados critérios de inclusão: ser profissional de Enfermagem com experiência na equipe multiprofissional e que atendesse crianças na ESF, sendo capacitados pela estratégia AIDPI enquanto alunos da graduação do curso de Enfermagem do CCS da UFPB até meados 2004. Foram excluídos dessa pesquisa os profissionais que participaram da capacitação, mas não atuaram na APS. A coleta de dados foi realizada através da História Oral, que consiste em tudo que é obtido através da fala de alguém acerca de alguma história vivida, contando com um estudo anterior por parte do pesquisador, objetivando um melhor direcionamento da entrevista. Os resultados foram analisados e discutidos através da narrativa. As vivencias mostram que a capacitação foi imprescindível para nortear as ações de emergência à saúde da criança dentro da Atenção Primária à Saúde, pois possibilitou aos entrevistados uma maior segurança acerca da identificação precoce de sinais preditivos, classificação das doenças e conduta nos casos das doenças prevalentes da infância. Além de ter uma visão holística da criança, não atentando apenas para queixa do momento da consulta. Entretanto, ainda há barreiras que dificultam a implementação da estratégia, como a dinâmica do trabalho multiprofissional, a solicitação de aprovação do ato médico, que não permite o diagnóstico e/ou condutas medicamentosas por outros profissionais da área de saúde, mesmo sendo através de um protocolo já estabelecido. E ainda, os subsídios básicos que devem constar na unidade básica para atender às necessidades da criança, que muitas vezes não estão disponíveis.

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