Artigo Anais IV CEDUCE

ANAIS de Evento

ISSN: 2447-035X

REDES EDUCATIVAS, DIVERSIDADE, POSSIBILIDADES DE MOBILIZAÇÃO E INCLUSÃO: DIALOGANDO COM NARRATIVAS DIGITAIS DE CANDOMBLECISTAS NO FACEBOOK

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Publicado em 29 de junho de 2015

Resumo

Este trabalho tem o objetivo de discutir, em caráter preliminar, as relações entre narrativas digitais e redes educativas tecidas por candomblecistas por meio do diálogo com alguns casos que ilustram possibilidades de mobilização desse grupo. O eixo da análise recai sobre as diversas redes educativas que se entrelaçam cotidianamente nos terreiros de Candomblé, ultrapassando os seus limites físicos e alcançando o ciberespaço, entendido como um espaço desterritorializante, sem controle centralizado e que existe em potência em um hipertexto mundial interativo, por meio de diversas narrativas digitais. As aprendizagens nos terreiros acontecem tradicionalmente de forma oral. Com o advento da internet e das novas tecnologias da informação e da comunicação, esses saberes podem se espalhar indefinidamente, constituindo novas redes educativas. Como candomblecistas podem ocupar o Facebook por meio de narrativas digitais que expressam suas lutas e seus mais caros valores? De que formas candomblecistas atuam sobre as narrativas digitais no Facebook, produzindo-as, discutindo-as e modificando-as? De que maneiras as redes educativas que são tecidas e ampliadas por meio dessas narrativas digitais contribuem para as lutas pela diversidade, pela inclusão e com as mobilizações de grupos de candomblecistas? Essas são algumas questões norteadoras da pesquisa em desenvolvimento. Foram mapeados rastros das narrativas digitais nos casos analisados, sobretudo em momentos no percurso marcado pela religiosidade e pelo ativismo de Mãe Márcia d’Oxum, Ìyálorixá (Mãe de Santo) brasileira, com terreiro situado em São Gonçalo, município do Rio de Janeiro, e que tem ocupado o Facebook com suas narrativas de lutas pela diversidade, inclusão e liberdade religiosa. Ela também coordena projetos educativos e culturais sediados em seu terreiro. Foi usado o dispositivo da observação participante de candomblecistas em páginas específicas no Facebook, bem como por meio de conversas e algumas entrevistas online e presenciais. Os principais parceiros intelectuais são autores que pesquisam a cibercultura, as redes educativas e os cotidianos nos terreiros.

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