Artigo Anais IV CEDUCE

ANAIS de Evento

ISSN: 2447-035X

POLÍTICAS CONTEMPORÂNEAS DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA: NOVAS POSSIBILIDADES NA ESCOLARIZAÇÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS?

Palavra-chaves: POLÍTICAS INCLUSIVAS, EDUCAÇÃO ESPECIAL, EDUCAÇÃO INCLUSIVA Pôster (PO) / Poster Submission Instituições, processos educativos e políticas públicas Publicado em 29 de junho de 2015

Resumo

Em 2008 o governo federal deu início a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva com o intuito de assegurar a inclusão escolar de alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação nos sistemas regulares de ensino do Brasil. Tendo em vista este atual contexto, esta pesquisa objetiva compreender a Educação Inclusiva através de diversos dispositivos e normativas legais estabelecidos no país, que regulamentaram o direito da pessoa com necessidades educacionais especiais incluídos na rede regular de ensino. Metodologicamente utilizamos os referenciais da pesquisa qualitativa de cunho bibliográfico a partir da análise dos documentos federais sobre as propostas denominadas inclusivas. Como resultado da pesquisa, ainda em andamento, observamos que a implementação efetiva das legislações vigentes no interior das escolas ainda é um desafio. Percebemos que para que ocorra uma verdadeira e legítima Educação Inclusiva, não basta apenas realização de matrículas como preconizam as leis, mas transformações urgentes e prioritárias nas culturas escolares e nas relações delas decorrentes. É preciso romper com o atual processo de distanciamento entre as políticas e as práticas, promovendo a ressignificação através da mudança de postura de toda escola. Desse modo, este estudo evidencia que embora as atuais políticas de educação inclusiva configurem-se como uma conquista para as pessoas com necessidades educativas especiais, sua implementação pelos governos é vista como uma opção menos onerosa e mais “eficiente”, pois como orientam as propostas da educação capitalista, manter serviços especializados demanda muitos recursos, diferente das propostas inclusivas que massificam o ensino e economiza gastos.

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