Artigo Anais IV CEDUCE

ANAIS de Evento

ISSN: 2447-035X

DIDÁTICAS E AVALIAÇÃO PARA UMA EDUCAÇÃO INCLUSIVA: EXPERIÊNCIAS DE UMA EDUCAÇÃO ACOLHEDORA NO ENSINO FUNDAMENTAL

Palavra-chaves: EDUCAÇÃO INCLSUIVA, MEDIAÇÃO ESCOLAR, AVALIAÇÃO Pôster (PO) / Poster Submission Diversidade e Diferença Publicado em 29 de junho de 2015

Resumo

A experiência de inserção em uma sala de aula é de fundamental importância para alunos de um curso de licenciatura. E são exatamente sobre essas experiências que o presente trabalho se propõe apresentar, baseado no programa de iniciação a docência (PIBID), que realiza um diálogo entre a Universidade Federal Fluminense e uma escola pública do distrito de Santo Antônio de Pádua – RJ, em uma turma de ensino fundamental, através de um projeto de Inclusão Escolar. O Objetivo geral é apresentar as abordagens pedagógicas na prática de mediação escolar, atuando com uma aluna que apresenta um processo de aprendizagem específico, de forma a potencializar sua aprendizagem e minimizar suas dificuldades com adaptações pedagógicas lúdicas e interativas. Pretende-se estimular a socialização da educanda nas relações escolares, buscando desconstruir estigmas que são colocados naquele que apresenta um processo de aprendizagem num tempo diferenciado, desconstruindo ainda o estranhamento que se apresenta com a inserção da mediação escolar na turma. Houve melhora na socialização com colegas e professor, como resultado de práticas pedagógicas, como dinâmicas de integração, desfazendo assim a distância entre os alunos, a fim de modificar práticas que reforçam as diferenças, desigualdades e exclusão escolar. Com isso, observamos uma apropriação por parte da educanda de diferenciação de cores, avanço significativo em relação a escrita e operações matemáticas em situações práticas, que até então eram desconhecidas. Observamos diante desse processo que, a atuação do educador deve ser no sentido de potencializar todos os seus alunos, independente de possuírem diagnósticos ou não. E para isso, muitas vezes algumas tecnologias se farão necessárias, como a figura do mediador escolar e atividades específicas, para um efetivo aprendizado, que deve acontecer diariamente e de modo singular para cada um, assim como deve estar pautada a concepção de avaliação do professor, que conhece os ganhos e complexidade dos processos de cada um dos seus alunos.

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