Artigo Anais IV CEDUCE

ANAIS de Evento

ISSN: 2447-035X

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DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA À INCLUSÃO SOCIAL: EXPERIÊNCIAS PEDAGÓGICAS EM UMA ESCOLA SITUADA NO MUNÍCIPIO DE SANTO ANTÔNIO DE PÁDUA - RJ

Palavra-chaves: EDUCAÇÃO INCLUSIVA, MEDIAÇÃO ESCOLAR, INSERÇÃO ECOLÓGICA Pôster (PO) / Poster Submission Diversidade e Diferença Publicado em 29 de junho de 2015

Resumo

Considerando que a prática segregacionista ainda é uma realidade em muitas escolas no Brasil, entendemos ser fundamental promover a discussão sobre as ações que apontam caminhos pedagógicos possíveis para uma educação inclusiva. O trabalho em tela tem como finalidade relatar as especificidades da prática pedagógica realizada em uma escola de ensino regular, que através da Mediação Escolar (MOUSINHO et al, 2010; GABRY et al, 2012) oportuniza na escola conhecimentos funcionais à vida e ao exercício da cidadania, proporcionado a inclusão social da aluna que chamaremos de Tatá (nome fictício). A “inserção ecológica”(BRONFEBRENNER, 2011) dos bolsistas de iniciação à docência na escola demarcada como universo dessa pesquisa permitiu um olhar ampliado na análise de dados do Estudo de Caso de Mediação Escolar. Enquanto educadores, reconhecemos a importância da promoção de uma educação inclusiva. Todavia, essa educação deve estar calcada no privilégio das relações humanas. Portanto, a efetivação de tal ambiência demanda mudança da cultura institucional. Cada escola é resultado de um processo histórico onde se faz necessário uma revisão sobre as práticas que perpassam por essa construção. Sabemos que o âmbito escolar é permeado por vários atores escolares/sociais, dentre esses, alunos, pais, funcionários, entre outros. Sob essa ótica, cabe salientar que a construção de um ambiente de fato inclusivo só é possível por meio de uma construção coletiva, onde todos esses sujeitos devem estar envolvidos. Enquanto educadores, devemos romper com o que está instituído, desinstitucionalizando as práticas excludentes e instituídas. Podemos dessa forma fortalecer uma visão coletiva e não individualizada e homogênea daquilo que nos perpassa e nos constitui enquanto sujeitos. Assim, a ideia de uma escola inclusiva deve estar ancorada à ideia de escolas diversas e plurais, efeito de experiências bem-sucedidas, sempre particulares, que já foram construídas ou estão por construir permanentemente e historicamente, sendo contra aquilo que querem homogeneizar o que é diverso por condição.

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