Artigo Anais IV CEDUCE

ANAIS de Evento

ISSN: 2447-035X

CONTRIBUIÇÃO DE MATERIAIS LÚDICOS COMO FERRAMENTA DIDÁTICA DE AUXÍLIO AO ENSINO TRADICIONAL

Palavra-chaves: ENSINO, PARASITOLOGIA, BRINCADEIRAS, JOGOS DIDÁTICOS Comunicação Oral (CO) / Oral Papers Submission Ensino Fundamental: práticas e teorias na escola Publicado em 29 de junho de 2015

Resumo

As parasitoses destacando-se as parasitoses intestinais representam um sério problema de saúde pública, estando diretamente associadas ao meio de vida do indivíduo. O Brasil apresenta ainda hoje elevada prevalência de enteroparasitoses, principalmente em crianças, por estarem juntas em comunidades como creches e escolas ou por viverem em locais onde a água não é tratada adequadamente, os vegetais não são bem lavados, o lixo não é bem acondicionado e os hábitos de higiene são precários e terem o sistema imune ainda em formação. Podem ser responsáveis pela diarreia crônica e desnutrição na infância, afetando seu desenvolvimento físico e mental. É importante que essas crianças aprendam desde cedo através do ensino da Parasitologia, sobre os principais agentes das enteroparasitoses em crianças, meios de transmissão e medidas simples de prevenção. O modelo de ensino principalmente utilizado nas escolas do Brasil é o tradicional, através da indicação de livro texto e aula expositiva. No entanto, tem-se observado cada vez mais a introdução de brincadeiras e jogos didáticos elaborados sobre o tema. Esses materiais lúdicos representam uma ferramenta didática de grande importância como auxiliar ao ensino tradicional, despertando maior interesse dos alunos pelo conteúdo da aula, facilitando a compreensão do tema. Esse trabalho propõe a aplicação de métodos lúdicos para o ensino de parasitologia com ênfase em parasitoses intestinais mais comuns em crianças. Serão aplicados nas crianças matriculadas na Escola Municipal São Pedro da Serra, Nova Friburgo – RJ, cursando o Ensino Fundamental (1º ao 4º anos).

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Comentários

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  • Alessandra

    a mãe que tem a ver com o tema foi a orientadora. Acredito que qq pessoa que tenha de fato conhecido a família saberia que a filha não teria o nome num trabalho da mãe caso não tivesse participado.

    18/02/2021 10:56:31
  • Alessandra

    Caro “Kucamonhei”, A ALESSANDRA tem pouquíssimo a ver... o trabalho só era dela para a graduação dela...

    18/02/2021 10:55:59
  • Kucamonhei

    ..não entendi pq ALESSANDRA teria a ver, se a mãe que tem a ver com o tema: conheci a familia qdo menor.

    18/02/2021 10:38:30

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