Resumo Trabalho

PARÂMETROS FÍSICO-QUÍMICOS DA ÁGUA DE UM POÇO TUBULAR LOCALIZADO NO SÍTIO VÁRZEA NO MUNICÍPIO DE GURJÃO-PB

Autor(es): LUCAS JHÔNATA RAMOS DA SILVA e orientado por EDMILSON DANTAS DA SILVA FILHO

A água é um recurso natural essencial, seja como componente de seres vivos ou como meio de vida de várias espécies vegetais e animais, como elemento representativo de valores sociais e culturais, seja como fator de produção de bens de consumo agrícolas. A escassez de água no nordeste semiárido brasileiro causada por baixos índices pluviométricos faz com que a sociedade se utilize da perfuração de poços tubulares como forma de minimizar impactos causados por ela. Embora tenha capacidade de transmissão de doenças patogênicas provenientes de fezes de humanos e animais, ou por meio de substâncias químicas em concentrações, a utilização da água subterrânea é uma alternativa bastante viável economicamente porque geralmente possui alta qualidade, não necessitando sofisticados tratamentos e ocorre em extensas áreas, mas torna-se indispensável à verificação de sua potabilidade. Deste modo, o presente trabalho tem como objetivo analisar a composição físico-quimica da água de um poço tubular localizado no sitio Várzea no município de Gurjão-PB, a fim de comparar os valores obtidos com os permitidos pela legislação Brasileira. foram realizadas as seguintes análises: Temperatura (ºC), pH pelo método potenciométrico, em medidor de pH da marca Tecnal, modelo TEC-2;Alcalinidade (mg/L); Cloreto (mg/L), foi realizado pelo método de Mohr; cor aparente (uH), analisado em medidor de cor modelo HI 727 da Hanna Instruments®; condutividade elétrica (µS/cm-1), Sólidos totais dissolvidos (ppm), analisadas com condutivímetro portátil (Lutron Modelo CD–4303); Cloro residual total (mg/L); acidez carbônica(em termo de CaCO3). Como os parâmetros cloreto, cloro residual total, e Sólidos totais dissolvidos apresentaram valores médios fora dos padrões recomendado pela portaria nº2914/2011 do Ministério da Saúde e também pela resolução de nº 357/2005 do Conselho Nacional do Meio Ambiente, a água do poço não pode ser destinada ao abastecimento para consumo humano, a não ser que façam tratamentos convencionais e eficazes. No entanto, poderá ser destinada para irrigação de pequenas culturas adaptáveis a esses parâmetros e a dessedentação animal.

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