Resumo Trabalho

PAPEL DO ENFERMEIRO COMO EDUCADOR: QUALIFICAÇÃO DO AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE NA PREVENÇÃO E CUIDADOS COM O PÉ DIABÉTICO

Autor(es): THAIS LIMA VIEIRA DE SOUZA e orientado por RÉGIA CHRISTINA MOURA BARBOSA CASTRO

O diabetes mellitus constitui um conjunto de distúrbios que culminam em uma hiperglicemia, que pode ser decorrente da ação defeituosa da insulina e/ou de sua secreção. Entre as principais complicações do diabetes mellitus podemos citar o pé diabético, que em ao se agravar pode levar a amputações e morte, aumentando o número e tempo das internações hospitalares e causando gastos públicos colossais. Com isso, faz-se necessária à implementação de medidas educativas para prevenção, sendo o enfermeiro o responsável por promover estratégias que visem melhorar a saúde do indivíduo, da família e da população em geral. Ao qualificar o agente comunitário de saúde, o enfermeiro o insere como propagador de informações, o que possibilita a sensibilização e estimulação da participação ativa da pessoa com diabetes mellitus, tornando-o corresponsável pela promoção da sua saúde, prevenção de agravos e recuperação de doenças. Estudo qualitativo e transversal, do tipo relato de experiência de uma oficina realizada por três acadêmicos de Enfermagem no dia 16 de agosto de 2017 com 25 agentes comunitários de saúde sobre “Prevenção e Cuidados com o Pé Diabético”. A atividade educativa foi dividida em quatro momentos: no primeiro momento foi realizada a aplicação de um questionário pré-teste sobre conhecimentos gerais do diabetes e do pé diabético; no segundo momento foi realizada a exposição de um painel que continha imagens de diversos hábitos/estilos de vida para que os participantes relatassem quais eram adequados e quais eram inadequados; no terceiro momento foi realizada uma palestra e demonstração de como deve ser realizado os cuidados com os pés da pessoa com diabetes; e no quarto momento os participantes realizaram questionamentos que permaneceram após a explanação da temática. Os agentes comunitários de saúde expuseram satisfação pela oficina, relatando sentirem-se melhor preparados para realização das orientações aos pacientes diabéticos. Percebe-se que o educador e o educando tornam-se sujeitos que compartilham experiências, tornando o processo de aprendizagem natural e capaz de promover mudanças.

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