Resumo Trabalho

UMA ABORDAGEM SOBRE AS TRANSFORMAÇÕES NA ZONA COSTEIRA DE LUÍS CORREIA – PI

Autor(es): DIEGO SILVA DE OLIVEIRA e orientado por EDVANIA GOMES DE ASSIS SILVA

No mundo globalizado, as transformações humanas e o apelo ao ordenamento territorial vêm ocasionando um desequilíbrio entre as relações de conservação e preservação do meio ambiente. O presente artigo objetiva analisar as principais transformações na ocupação da zona costeira de Luís Correia-PI e suas implicações na dinâmica ambiental da localidade. Justifica-se analisar as transformações ocorridas na área que compreende a zona costeira de Luís Correia em decorrência de sua importância significativa como um dos principais destinos turísticos do Estado do Piauí, sobretudo, tendo em vista que o belíssimo litoral com suas belezas naturais que contemplam desde as praias a uma variedade de espécies e ecossistemas. O Município de Luís Correia fica localizado na planície litorânea do Estado do Piauí, dista da capital Teresina 338 km e apresenta população de aproximadamente 28.406 habitantes distribuída em uma área territorial de 1.071 km². Os procedimentos metodológicos que nortearam o seguinte artigo se basearam no estudo que foi realizado a partir de levantamento bibliográfico em teses, dissertações, artigos científicos, banco de dados, arquivos documentais públicos disponíveis na prefeitura Municipal de Luís Correia, e pesquisa de campo. Esta pesquisa revelou que diante de tudo que foi observado sobre os impactos oriundos da ação antrópica na zona costeira de Luís Correia, se percebe que o meio ambiente, fauna, flora, tudo aquilo que faz parte dos ecossistemas, estão ameaçados pela presença do lixo no local, como visto, se destacando como principal impacto ambiental na zona costeira. Portanto, para que exista um turismo responsável na praia de Atalaia a sociedade como um todo tem que refletir sobre suas atitudes perante o meio ambiente, e assim assumir compromissos que venham a garantir o futuro dos recursos naturais para que a existência da praia não seja comprometida pelos impactos antrópicos e pelo segmento do turismo desordenado.

Veja o artigo completo: PDF