Resumo Trabalho

A ESTÉTICA DA PAISAGEM E O CRESCIMENTO DESORDENADO DA POLUIÇÃO VISUAL EM PAU DOS FERROS - RN

Autor(es): FELIPE MATHEUS DE ALMEIDA e orientado por ANTONIO CARLOS LEITE BARBOSA

No município de Pau dos Ferros a publicidade visual, sempre de forma inocente, é uma atividade que vem crescendo de forma desordenada, sendo considerada a mais nova ação que vem causando conflitos com a estética da paisagem no município. Essa atividade produz a chamada poluição visual, ou seja, é potencialmente poluente, pois causa danos à saúde da população e provoca vicissitudes ao ambiente da cidade. Devido seu crescimento acelerado e por ser considera uma cidade polo, junto com o processo de urbanização, vieram os problemas sociais, econômicos e ambientais característicos das cidades médias e grandes. O comércio e os serviços ofertados convergem uma grande quantidade de pessoas diariamente que procuram esses serviços e mercadorias, mudando a fisionomia do lugar. Com isso, os comerciantes tendem a optar pela publicação de seus produtos ofertados, tentando alcançar o seu público, assim, contribuindo de forma efetiva para o crescimento do problema oriundos da falta de planejamento. A BR405 é um dos principais alvos de comerciantes na ótica que vise o capital, usando o meio urbano para fins lucrativos. É notória a presença de outdoor às margens das vias pauferrenses modificando de forma efetiva a paisagem e a estética local. As Principais fontes de poluição visual encontradas são: outdoor, totem, painel digital ou eletrônico, o triedro, fachadas muros e cartazes. O objetivo, é estudar o espaço urbano, sua estética local e como a poluição visual vem modicando os paramentos do embelezamento, assim, apresentando discussões e possíveis soluções para essa atribulação. Diga-se com o rigor, que a situação específica mereça, a afixação de anúncios publicitários em locais como: vias de tráfego de elevado fluxo; monumentos públicos, bens e locais tombados e suas adjacências; pontes, viadutos e passarelas; árvores das vias públicas; postes, torres ou qualquer estrutura destinada a suportar redes aéreas dos meios de comunicação e de energia elétrica; cemitérios; proximidades de semáforos, sempre que possam confundir visão ou interpretação, tudo em conformidade com discursões junto a proposta do Plano Diretor da cidade. A metodologia da proposta consistiu no levantamento bibliográfico em fontes referenciais no tocante a estética visual da paisagem, espaço urbano e pequenas cidades, com vista à concretude dos objetivos.

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