Resumo Trabalho

MISTURAS AZEOTRÓPICAS E EUTÉTICAS E SUA ABORDAGEM NO ENSINO PARA DEFICIENTES VISUAIS

Autor(es): ALBERTO OLIVEIRA FALCAO JUNIOR e orientado por ANDREA DE LUCENA LIRA

Todos nós sabemos o quão é difícil para os educadores trabalharem com um aluno especial, remete ao mesmo dar a esse aluno uma atenção maior em sala de aula e muitas vezes isso acaba atrapalhando a aula do restante da turma. Isso apenas acontece por falta ou um mal planejamento feito pela escola, que não procurou desenvolver outras maneiras assistivas para incluir de forma correta o aluno deficiente no ambiente escolar. Também é necessário que a escola esteja preparada fisicamente e pedagogicamente para atender as necessidades de tal aluno, promovendo-o um ensino mais satisfatório, o que muitas vezes não acontece. A educação do país é falha em muitos pontos, principalmente quando se trata da educação inclusiva.Com o objetivo de apoiar a transformação dos sistemas educacionais em sistemas educacionais inclusivos, este trabalho vem descrever recursos de fácil produção e de importante contribuição na educação inclusiva de deficientes visuais em salas regulares de ensino. Este estudo foi realizado numa instituíção de ensino técnico integrado ao médio no estado da Paraíba, onde há presença de alunos deficientes visuais, aplicando uma metodologia assistiva para trabalhar um conteúdo da Química previsto na ementa curricular do ensino médio, que trata do conceito de substâncias puras, misturas, misturas azeotrópicas e eutéticas. Ao realizarmos este trabalho foi possível refletir e analisar um pouco sobre as propostas educacionais que garantem “educação para todos”, nesse processo chamado inclusão. Colocar um aluno especial em sala regular e não atender o que realmente ele precisa para ter uma aprendizagem digna, não é inclusão. A metodologia visada por esse trabalho pode ser de grande importância para inclusão social do aluno deficiente visual, pois com o seu desenvolvimento intelectual sobre o assunto aplicado, ele possa assim não se sentir excluído pelos demais colegas de classe por não saber tanto sobre o tema ou nem ter a chance de aprendê-lo.

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