Resumo Trabalho

POLÍTICA PÚBLICA SOBRE EDUCAÇÃO OU ENSINO?

Autor(es): BENITO ALMAGUER LUAIZA

O artigo aborda a real significação de educação, ensino e suas relações. Tanto o trabalho escolar, e toda ação com fim a educar a sociedade devem ser através do trabalho educativo e não do ensino. Aqui não se expressa uma opinião; mas um processo de construção teórica baseado na prática, onde as categorias e termos como ferramentas conceituais auxiliam a reconstruir as relações, as leis, que compõem a realidade educativa. Se desde a perspectiva científica o uso adequado da terminologia é importante, imagine o que acontece quando o assunto em questão são objetos de estudos de ciências autônomas: pedagogia e didática. A caracterização dos objetos de estudos é fundamentada pela valiosa contribuição de alguns dos principais pensadores educacionais da literatura científica mundial. As contribuições sustentam o necessário redimensionamento conceptual dos termos e sua essência para destacar as diferenças que esvaziam as pesquisas e obstruem as políticas públicas.Geralmente, a política pública sobre educação, só tem isso, a palavra, educação; pois, na prática só abordam questões de ensino. Quando se fala de educação nessas políticas, se direciona ao principal papel do professor, quando na verdade existem muitos outros agentes com maiores influências educativas na sociedade. Pense! Se a educação se ensinara, então doutores seriam mais educados que os mestres. Ou ainda acredita que um aluno de 9 ano do ensino fundamental é mais educado que aquele de 5 ano? A ciência através das pesquisas e estudos entrega resultados científicos e tecnológicos. Agora, falta que as políticas públicas, as escolas, as instituições de pesquisas introduzam e generalizarem esses resultados. O ensino vai bem, a educação é mencionada, mas esquecida. Só se utiliza a palavra com o sentido de ensino, de escolaridade ou instrução. Como diria o Papa "a tecnociência, bem orientada, pode produzir coisas muito valiosas para melhorar a qualidade de vida do ser humano..." (Franciscus, 2015, p. 66)

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