Resumo Trabalho

REFLEXÃO SOBRE A PRÁTICA DOCENTE COM CRIANÇAS DE 04 E 05 ANOS EM UMA ESCOLA PÚBLICA MUNICIPAL

Autor(es): PRISCILA DE SOUSA BARBOSA

A primeira etapa da educação básica, a educação infantil, atualmente tem sido reestruturada a partir de políticas que propõe a obrigatoriedade do ensino entre os 04 e 17 anos segundo a Emenda Constitucional nº59/09 e levado os professores a revisar suas práticas para atuação de acordo com os princípios de educar e cuidar dispostos nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (2010a). Realizou-se uma pesquisa exploratória descritiva com abordagem qualitativa e contou-se como instrumento de coletas de dados a aplicação de roteiros de observação não participante e de entrevista semiestruturada. Para aplicação dos instrumentos de coleta de dados optou-se inicialmente por desenvolver uma observação não participante que se deu durante o período de janeiro a junho de 2016. Como participantes da pesquisa, contou-se com 06 professoras que atuam em uma escola pública municipal de São Luís que atende a 180 crianças da Educação Infantil. O roteiro apresentou aspectos sobre como as professoras se relacionam com as crianças e como questões sobre o conceito de educação infantil, criança, currículo e proposta pedagógica são desenvolvidas no dia a dia nesta escola. Como resultado, percebeu-se que algumas professoras não têm formação adequada para atuar neste nível da educação básica. Sobre a implementação da Emenda Constitucional nº59/09 verificou-se que as crianças matriculadas em 04 turmas da pré-escola tinham entre 04 ou 05 anos completados até o dia 31 de março como prescreve Brasil (2010a) e outras 02 turmas tinham crianças que completariam 06 anos após 31 de março. Porém que as professoras demonstraram não ter muitas informações sobre a proposta pela Emenda Constitucional n.º 59/2009 quanto à obrigatoriedade da matrícula de crianças de 04 e 05 anos nas escolas públicas municipais a partir de 2016. Observou-se que as práticas educativas desenvolvidas pelas professoras têm sido prejudicadas por conta da falta de materiais, inseguranças nas escolas, comprometimento dos pais com assiduidade e permanência dos filhos na escola e falta de formação e cursos oferecidos pela secretaria de educação.

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