Resumo Trabalho

PEDAGOGIA EM AMBIENTE NÃO ESCOLAR: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DO “PROGRAMA ESTAÇÕES: CONSTRUINDO TRILHOS, REDES DE SOLIDARIEDADE E PRÁTICAS EDUCATIVAS PARA A INCLUSÃO SOCIAL DE CRIANÇAS EM SITUAÇÃO DE R

Autor(es): RAYLANE OLIVEIRA DE ALENCAR e orientado por LETICIA SOUTO PANTOJA

O presente trabalho pretende relatar a experiência do “Programa Estações: construindo trilhos, redes de solidariedade e práticas educativas para a inclusão social de crianças em situação de risco” desenvolvido no período de fevereiro a julho de 2016, por alunos voluntários.O programa de extensão é executado no Espaço de Acolhimento Provisório (EAP) de Marabá-Pará, situado na Avenida Itacaíunas no Bairro Novo Horizonte. Atualmente, o espaço possuí 18 abrigados entre crianças e adolescentes, em condição de acolhimento provisório e/ou em situação de adoção, as quais constituem o público diretamente atendido pelas ações extensionistas. Durante o primeiro semestre, foram desenvolvidos dois projetos: “A função da arte-educação na construção de práticas de dialogo e tolerância frente à diversidade étnica, social e cultural existente entre crianças acolhidas em uma instituição de assistência” e o outro foi “A construção de novas habilidades e competências discursivas através do aprendizado de ritmos, sons e musicalidades”. Para o alcançe dos objetivos do Programa foi feita uma parceria entre a Faculdade de Educação da UNIFESSPA-Campus de Marabá, a ONG Bridge Internacional e a associação da Igreja Metodista. Em termos práticos, os Programa “Estações” compreende várias ações pedagógicas que trabalham com ações extensionistas voltadas para a educação não formal. Como metodologia foram feitas oficinas musicais, oficinas ambientais, oficinas de artes e também contação de histórias agregando os direitos de toda criança. Objetivou-se o desenvolvimento de ações educativas de diversas naturezas voltadas para propiciar a crianças e adolescentes na “Casa de Acolhimento Provisório do Município de Marabá” a experimentação de novas situações de aprendizagem, o estímulo a conscientização social e sobre seus direitos, valorização da identidade, fortalecimento da auto-estima, gerando melhoria das condições materiais de vida. Diante do êxito das ações articuladas, o Programa que contou entre os meses de feveiro a julho, apenas com a colaboração de alunos voluntários do curso de pedagogia foi submetido a Edital para financiamento institucional, passando a dispor de alunos bolsistas, o que assegurou o início de uma nova fase que será ainda mais proveitosa e colaborativa tanto para as crianças abrigadas como para as estagiárias.

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