Resumo Trabalho

RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE O ATENDIMENTO PEDAGÓGICO E A UTILIZAÇÃO DA LUDICIDADE NA PEDIATRIA DE UM HOSPITAL PÚBLICO DA GRANDE BELÉM

Autor(es): JÉSSICA REGINA MARIANO, VICTOR MATHEUS SILVA MAUÉS e orientado por ROSILENE FERREIRA GONÇALVES SILVA

O presente artigo resulta das ações lúdicas que foram realizadas na pediatria da Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará - FSCMP, por meio do grupo de extensão em Pedagogia Hospitalar da Universidade Estadual do Pará - UEPA, com a parceria dos professores da Secretaria Estadual de Educação - SEDUC. Antes da execução das atividades, houve discussões e criação de um projeto intitulado “Escolarização e Ludicidade na Pediatria; Linguagens, Multiculturalismo e Saúde”, por meio dele foi criado um cronograma, estabelecendo metas, além da produção de um aporte teórico que subsidiasse as ações desenvolvidas, como ressaltando que dentro da Pediatria, a rotina pedagógica pode ser um lugar lúdico, desmistificando conceitos errôneos e promovendo o prazer dos indivíduos que recorrem a ele para quaisquer procedimentos. Tendo em vista que ela se propõe a realizar atividades educacionais que são significativas para quem esteja sendo atendido. Neste sentido, o artigo destacado a importância da Ludicidade como ferramenta no atendimento pedagógico, não como um evento isolado, mas como uma ação que permeia todas as atividades no contexto da pediatria. Com o objetivo de trazer a Ludicidade como método de trabalho no auxílio à escolarização, além de fortalecer a identidade cultural e o estilo de vida saudável para cada criança atendida. Como resultados foram criados jogos planejados para atender a realidade das crianças, como: Quebra cabeça feito de Material Hospitalar; Maquete utilizada para ilustrar histórias e um mapa do estado Pará para estimular o conhecimento regional, além de utilizar a Ludicidade como mecanismo de socialização. Percebeu-se que através do atendimento lúdico, foi possível manter um contato mais próximo as crianças para a realização das atividades que foram propostas. É preciso entender que toda criança, permanece criança, independente do seu estado clínico e do espaço físico em que ela se encontra.

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