Resumo Trabalho

Autor(es): GABRIELA SILVA OLIVEIRA, ALANNA THEREZA DE FARIAS CARVALHO, RICARDO CASSIANO DA SILVA NASCIMENTO, MARIA HELENA AZEVEDO DA NOBREGA e orientado por WEZILA GONÇALVES DO NASCIMENTO e orientado por WEZILA GONÇALVES DO NASCIMENTO

A síndrome é provocada pelo vírus Zika, transmitido pelo mesmo mosquito que transmite a Dengue e a Chikungunya, o Aedes Aegypti, e se manifesta desde o nascimento. Por isso é dita “congênita”. Como em outras síndromes, é possível que a criança apresente somente alguns dos sintomas possíveis e, raramente, todos eles. Mesmo crianças com perímetro cerebral normal podem apresentar outras alterações orgânicas. Segundo Dra. Adriana Melo o segundo e terceiro trimestre como de risco. É possível que dependendo do momento em que a agressão ocorra, o vírus possa alterar o desenvolvimento de uma ou outra área do cérebro, provocando sintomas diferentes. É isso que faz com que a síndrome congênita do Zika não seja sempre a mesma coisa em todas as pessoas.A Infecção Congênita do Zika vírus também foi associada a outras anomalias, incluindo, entre outras, atrofia e assimetria cerebral, formação anormal ou ausência de estruturas cerebrais, hidrocefalia e transtornos da migração neuronal. Outras anormalidades incluem excesso e redundância da pele do couro cabeludo. Os resultados neurológicos relatados incluem hiperreflexia, irritabilidade, tremores, convulsões, disfunção do tronco encefálico e disfagia. As anomalias observadas no olho incluem, entre outras, mancha com pigmentação focal e atrofia coriorretiniana na mácula, hipoplasia do nervo óptico, sangramento e atrofia, outras lesões retinianas, colobomas de íris, glaucoma congênito, microftalmia, subluxação do cristalino, cataratas e calcificações intraoculares. Ainda são escassos os conhecimentos sobre essa nova síndrome, tanto sobre sua evolução natural, como dos seus fatores de risco ou associados. Trata-se de um ensaio teórico reflexivo que propõe a discussão acerca dos desafios a serem enfrentados pelos profissionais de saúde juntamente com as mães e familiares das crianças portadoras da Síndrome Congênita do Zika, fazendo ou tentando efetivar a educação em saúde para esse público a fim de ajuda-los a enfrentar esse período de aprendizado e descobertas acerca dos cuidados a serem tomados com os filhos. O ensaio teórico tem como fundamentos a exposição lógica e reflexiva, além da argumentação minuciosa, com elevado grau de interpretação e julgamento pessoal, tendo como base artigos, periódicos e publicação acerca do tema, que ainda é pouco, tendo em relação o grande estrago que a mesma causa. A febre pelo vírus Zika é pouco conhecida, sendo que apenas 18% das infecções humanas têm manifestações clínicas. Nos últimos meses, o número de casos de microcefalia neonatal, possivelmente relacionados ao vírus Zika, cresceu significativamente no Brasil, emergindo como um problema de saúde pública e mundial. Com a pesquisa podemos ver que a literatura ainda é um pouco escassa em relação ao assunto da Síndrome Congênita do Zica e suas causa e consequências, não só para os acometidos por ela, como para todo o país, que demanda de programas, ações, parcerias público-privadas, entre outras para melhor assistência prestada é essa população. A conscientização e a prevenção ainda continuam sendo o melhor remédio, a equipe multidisciplinar com a ajuda dos agentes comunitários de saúde e da população, tem um papel primordial nesse combate, procurar o serviço de saúde bem como a equipe multidisciplinar.

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