Resumo Trabalho

ANÁLISE MICROBIOLÓGICA DE CARNE DE FRANGO COMERCIALIZADAS EM SUPERMERCADOS DE SANTA LUZIA-PB

JULIA LAURINDO PEREIRA, VITOR MARTINS CANTAL, LEANDRO PAES DE BRITO, TALITA FERREIRA DE MORAIS e orientado por ROSALIA SEVERO DE MEDEIROS e orientado por ROSALIA SEVERO DE MEDEIROS

Com o crescimento da indústria de aves, tornou-se necessário adicionar medidas para uma melhor qualidade dos alimentos. A qualidade dos alimentos é um fator determinante no quesito saúde. As doenças transmitidas por alimentos são causadas pela ingestão de alimentos contaminados com agentes microbianos ou com as toxinas produzidas por eles acarretando em infecções, intoxicações ou toxinfeções. As amostras foram compradas em supermercados com alvará sanitário atualizado, transportadas em caixas de isopor contendo gelo e transportadas ao Laboratório de Microbiologia de Alimentos da Unidade Acadêmica de ciências biológicas do Centro de Saúde e Tecnologia Rural da Universidade Federal de Campina Grande e processadas de acordo com as normas vigentes que consistiu nas seguintes etapas: Homogenização da amostras, distribuição em tubos seriados até a diluição 10-5 com 3 tubos. A técnica do Número Mais Provável é utilizada como diagnóstico presuntivo e confirmativo para coliformes totais e fecais, sendo adicionados testes bioquímicos para identificação do agente bacteriológico. Os meios utilizados na técnica são o CLT ( Caldo Lauril Triptose), como teste presuntivo, o CVB (Caldo Verde Brilhante), como teste confirmativo para coliformes totais e o EC (caldo EC), confirmativo para coliformes termotolerantes. Os resultados foram precedidos por testes bioquímicos baseados na literatura. Foram Aplicados o teste de Agar Citrado de Simmons, Caldo Triptona, MR-PB e vermelho de metila. Os resultados parciais demonstraram que 50% das amostras apresentaram qualidade sanitária insatisfatória, para coliformes totais e fecais, sendo desses 16,6% para E. coli, sendo consideradas improprias para consumo humano. Microorganismo da Familia da E.coli podem ser bastante patogênicas, causando sérios danos a saúde e principalmente em pessoas imunodeprimidas como crianças e portadores do vírus HIV. Na literatura consultada os resultados divergiram, podendo ser consequência das condições higiênicas sanitárias dos locais averiguados.

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