Resumo Trabalho

UMA “NOVA” PERSPECTIVA DO CUIDADO: MASSOTERAPIA NA RECUPERAÇÃO DE CRIANÇAS HOSPITALIZADAS – UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

Autor(es): SUELEN TAMILES PEREIRA COSTA, ANA CLARA COSTA MENDES , DANIELA NATALIE BARBOSA, JULYANA RODRIGUES MACIEL e orientado por LÍBNE LIDIANNE DA ROCHA E NÓBREGA.

A hospitalização se constitui em um processo complexo, estressante e doloroso, uma vez que a criança se vê em um universo diferente do seu cotidiano habitual, sob cuidados de pessoas desconhecidas e sujeita a procedimentos invasivos que podem leva-la a apresentar reações peculiares. Autores afirmam que se a criança receber um cuidado humanizado, mediante as práticas que complementam o tratamento tradicional, abordando-a como um ser integral, as vivências negativas decorrentes do internamento poderão ser minimizadas. A literatura vem mostrando o aumento da utilização das práticas integrativas e complementares (PICS) entre os pacientes oncológicos, embora ainda haja um desafio do uso das mesmas devido ao conhecimento limitado dos profissionais. Por sua vez, autores destacam a relevância das PICS, especificamente, da massoterapia, quando utilizada na assistência ao público infantil, viabilizando o tratamento e a promoção da saúde da criança. Diante disso, este trabalho objetiva apresentar uma revisão bibliográfica sobre o efeito da massoterapia na recuperação de crianças hospitalizadas. Trata-se de parte constituinte da pesquisa “As repercussões da massoterapia na recuperação da criança hospitalizada – pesquisa ação”, em fase de revisão bibliográfica nas bases de dados científicas, Scielo, Lilacs, BDENF e BIREME. A literatura mostra a efetividade da massoterapia em crianças enquanto uma prática para alívio de cólicas, gases, estresse, depressão e ansiedade, mas, que existem ainda poucos trabalhos científicos relacionados à prática no contexto da hospitalização infantil. Assim, conclui-se ser perceptível o caráter integral e humanístico da prática, trabalhando mente, corpo e espírito e de forma complementar ao tratamento tradicional. Porém, entende-se que a mesma precisa ser melhor estudada quanto a seus efeitos sobre a recuperação de crianças hospitalizadas com necessidades de saúde específicas e em contextos diferentes.

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