Resumo Trabalho

MUSICOTERAPIA COMO FERRAMENTA TERAPÊUTICA PARA REABILITAÇÃO PSICOSSOCIAL

Autor(es): QUÉZIA LAIS DE SOUZA AZARIAS, MAÍRA FREIRE MARTINS, VÂNIA CRISTIAN SOUSA DA LUZ e orientado por BENEDITA ABREU LEÃO

A musicoterapia é considerada uma terapia não verbal, possibilitando o aumento da autoestima de um indivíduo, além de propiciar interações em grupo e auxiliar no tratamento de doenças, melhorando a qualidade de vida (1). O CAPS caracteriza-se como um dispositivo de cuidado de referência no tocante ao tratamento das pessoas em situação de sofrimento psíquico e tem como ideal construir diversas práticas dentro da atenção psicossocial que sejam capazes de promover mudanças nas formas tradicionais de compreensão e de tratamento dos diversos tipos de transtornos mentais (2). O trabalho tem como objetivo relatar a experiência das acadêmicas de enfermagem da Faculdade Integrada Brasil Amazônia, no afazer das práticas integrativas e complementares por meio da musicoterapia com pacientes do CAPs renascer. Trata-se de um estudo descritivo acerca de um relato de experiência das acadêmicas de enfermagem em uma prática de musicoterapia em um Centro de Apoio Psicossocial em Belém do Pará. Na ação participativa no CAPs pela técnica da musicoterapia com os pacientes, foi verificado mudanças comportamentais nos mesmos. Foi realizado um evento no qual os pacientes se apresentavam à comunidade, onde eles expressariam a arte através de poesias, danças e música. Foi constatado que a musicoterapia pode transformar o comportamento do ser humano, melhorando a sua sociabilidade com os demais membros da sociedade. Além disso, a musicoterapia auxilia no tratamento de doenças. 1. OLIVEIRA, G. C. de; LOPES, V. R. da S.; DAMASCENO, M. J. C. F.; SILVA, E. M. da S. A contribuição da musicoterapia na saúde do idoso. CADERNOS UniFOA, ed. n. 20, 2012. 2.FREITAS, L. A de; AZEVEDO, E. B de; COSTA, L. F. P.; CORDEIRO, R. C.; SILVA, G. FILHA, M. O. F. Musicoterapia como modalidade terapêutica complementar para usuários em situação de sofrimento psíquico. REVISTA DE ENFERMAGEM UFPE On Line, Recife, 7(12):6725-31, 2013.

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