Resumo Trabalho

COOPERAÇÃO TÉCNICA HORIZONTAL COM ÊNFASE NAS PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES EM SAÚDE

Autor(es): SILVANA PATRÍCIA FIGUERÊDO SILVA MONTEIRO

Introdução: No Brasil, a Saúde da Família (SF) tem sido defendida como principal estratégia para transformação do modelo de cuidado hegemônico para uma atenção centrada na família e guiada pelo princípio da integralidade. Dentre algumas estratégias para fortalecer a saúde da família, a inserção das Práticas Integrativas e Complementares (PICS) apresentam grande potencial para ampliar resolutividade e integralidade do cuidado ofertado na atenção básica. Diante disso, a Secretaria Estadual de Saúde vem desenvolvendo um projeto de cooperação horizontal junto aos municípios, com enfoque na qualificação do processo de trabalho das equipes Nasf e SF e na implantação/implementação das PICS. Esse trabalho tem como objetivo relatar a experiência de desenvolvimento desse projeto de cooperação horizontal e os seus avanços iniciais. Resultados e Discussão. O projeto foi elaborado a partir de discussões da equipe técnica da SES com as coordenações de atenção básica das regiões de saúde do estado. O incipiente conhecimento dos profissionais e gestores sobre as PICS justificam o desenvolvimento da experiência que está planejada em 4 etapas: pactuação (em cada regional de saúde se escolhe um ou dois municípios que atuarão como cooperadores na regional); formação (os municípios cooperadores recebem apoio da SES através do desenvolvimento de ações de educação permanente com os profissionais que atuam na AB); Cooperação regionalizada (municípios cooperadores apoiam região de saúde com ações de educação permanente e troca de experiências); monitoramento (SES monitora o conjunto de ações desenvolvidas em cada regional de saúde). O projeto já foi discutido e pactuado com representantes das 12 gerências regionais do estado de Pernambuco. E já foram realizadas oficinas de formação em 2 municípios, perfazendo um total de 270 profissionais alcançados, incluindo trabalhadores das equipes de saúde da família e Nasf. Conclusão: O projeto chegou até a segunda etapa e tem se configurado como um potente dispositivo de educação permanente e fortalecimento das PICS na atenção básica

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