Resumo Trabalho

A EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: PRIMEIRO CONTATO COM AS PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES

Autor(es): MILENA DE OLIVEIRA AGUIAR e orientado por MARIA APARECIDA DIAS

O trabalho apresenta a necessidade da difusão das Práticas Integrativas e Complementares e a escola como um dos primeiros contatos, com o objetivo de refletir as práticas corporais como importante na educação voltada para saúde, a qual instiga o aluno ao encontro de si através da Educação Física. Esse trabalho foi desenvolvido por meio de relato de experiência da bolsista do PIBID subprojeto Educação Física/UFRN. Compreendendo que o compromisso da Educação Física escolar é permitir ao alunado a formação crítica que visa uma autonomia, é salutar entender que a autonomia reflete na construção e conscientização do próprio corpo e de sua saúde. O Coletivo de Autores (2004) foi essencial para compreender a Educação Física na abordagem sociocultural, os quais começam a valorizar o sujeito e, então, torná-lo conhecedor de si é uma necessidade. O aluno passa a se constituir como elemento fundamental da aula, por isso há um compromisso em buscar entender suas necessidades e fazê-lo com que esteja inserido. A partir disso, notamos durante o primeiro semestre que os alunos tinham noção do próprio corpo como algo divisível e maquinário das vontades individuais, assim observamos a necessidade de vivenciarmos atividades de práticas corporais. Esse momento aconteceu durante sete aulas com uma turma de primeiro ano do ensino médio da Educação de Jovens e Adultos, utilizando-nos da yoga, antiginástica e massagem. Conseguimos construir uma educação pelo e para o corpo, o qual tinha como conteúdo a ginástica. Conforme Nobrega (2016) outros caminhos de se entender o corpo na educação rompe com a ideia do corpo instrumental e o amplia para considerá-lo em suas mais diversas relações advindos de uma nova compreensão da percepção. Dessa forma, os relatos finais dos próprios alunos que refletiam sobre os seus corpos e suas necessidades, tornaram relevantes para o cotidiano e para intitularem como importante a introspecção corporal. Portanto, nota-se que há a necessidade de despertar o corpo na escola, fazê-los experimentar sensações corporais de introspecção e que auxiliem para uma vida com maior qualidade de vida, devido estimularem as práticas corporais que promovem o autoconhecimento e integram a saúde integrativa e complementar.

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