Resumo Trabalho

PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES: A ENFERMAGEM FORTALECENDO ESSA PROPOSTA

Autor(es): MARIA ELIZABETH DA COSTA FELIPE SANTIAGO

Atualmente há um aumento da utilização de práticas integrativas e complementares especialmente, em países desenvolvidos. Dessa maneira, é indispensável o resgate dos principais marcos na historia da saúde que estabeleceram a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares – PNPIC. Frente a essas circunstâncias, o objetivo é sondar a capacidade que o profissional enfermeiro possui para desenvolver sua autonomia de acordo com a PNPIC, no que diz respeito à inserção das práticas integrativas durante o cuidado em enfermagem. O método de pesquisa utilizado é uma revisão de literatura, com buscas efetuadas na Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), nas seguintes bases de dados: Organização PanAmericana de Saúde (Opas), Scientific Eletronic Library Online (Scielo), Literatura Latinoamericana e do Caribe em ciências da Saúde (Lilacs) e Literatura Internacional em Ciências da Saúde (Medline), sendo selecionados sete artigos publicados entre 2006 e 2013. As pesquisas demonstraram o desconhecimento dos enfermeiros quanto à legislação e a falta de capacitação especifica. Daí a necessidade de introduzir disciplinas teorico-práticas a respeito das práticas integrativas e complementares na graduação, com o intuito de incentivar o interesse dos acadêmicos por novas áreas de atuação, e a importância de, quando egressos, os enfermeiros busquem qualificação e especializações em práticas integrativas e complementares.

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