Resumo Trabalho

PLANTAS MEDICINAIS E SUAS UTILIDADES NOS SISTEMAS ORGÂNICOS

Autor(es): LAIZE SILVA DO NASCIMENTO, BEATRIZ SOUZA DE ALBUQUERQUE CACIQUE NEW YORK, TÚLIO CHAVES MENDES, VALBER DA SILVA MACÊDO e orientado por CLÉSIA OLIVEIRA PACHÚ

INTRODUÇÃO: A Organização Mundial da Saúde define planta medicinal como todo vegetal possuidor de substâncias capazes de ser utilizadas com fins terapêuticos ou precursores de fármacos semi-sintéticos (COSTA et al., 2011). Neste contexto, tais vegetais servem para prevenção e cura de doenças, trata-se da forma mais antiga de tratamento transmitida de geração a geração. Foi publicada no Brasil, em maio de 2006, a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), que recomenda a implantação desta política no Sistema Único de Saúde (SUS), defendendo assim, sua oferta na atenção primária. OBJETIVO: Promover reflexão acerca de plantas medicinais e sua utilização quando do adoecimento dos sistemas orgânicos. METODOLOGIA: Trata-se de relato da execução do Projeto Plantas Medicinais e Sistemas Orgânicos: Uma abordagem universitária, realizado na Escola Municipal de Ensino Fundamental Félix Araújo, localizada na cidade de Campina Grande-PB, no ano de 2017. Foram assistidos 30 estudantes, do 1° ao 3° ano do ensino fundamental I, de ambos os sexos. No primeiro momento foi realizada uma roda de discussão, e, nas semanas seguintes foram ministradas palestras acerca do uso de plantas medicinais e sua importância para a saúde. Ao final, ocorreu a construção de uma horta vertical reaproveitando garrafas pets. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Dos 30 estudantes, 14 (46,67%) afirmaram não utilizarem plantas medicinais. Em contrapartida 16 (53,33%) revelaram utilizar plantas medicinais. As plantas mais utilizadas eram Peumusboldus (boldo), Melissa officinalis (erva-cidreira) e Dysphaniaambrosioides (mastruz). Foi citado, em menor quantidade, o uso de Cymbopogoncitratus (capim santo), Mentha (hortelã) e Matricariachamomilla (camomila). Assim, indicando o uso das plantas medicinais, e conhecimento dos familiares acerca de sua atividade nos sistemas corporais (BRUNING et al (2012). Fica evidente a busca de alternativas mais econômicas para o tratamento de doenças. CONCLUSÕES: Os escolares são sabedores dos benefícios trazidos pelas plantas medicinais devendo ser observado o uso adequado das plantas medicinais, bem como, benefícios e contraindicações. O uso das PNPICs, promoveu melhora na vida escolar dos estudantes, possibilitando novos conhecimentos acerca do uso das plantas medicinais, educação ambiental. Observou-se melhor aproveitamento dos espaços na escola, promovidos por ambientes verdes e saudáveis.

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