Resumo Trabalho

PRÁTICAS CORPORAIS CHINESAS COMO ESTRATÉGIA DE CUIDADO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE

Autor(es): JOSÉ EDMILSON SILVA GOMES, CARINE SOUSA DOS SANTOS e orientado por KEYLA REJANE FRUTUOSO DE MORAIS

No governo brasileiro há uma corrente de interesse para o desenvolvimento de políticas e programas que associem o conhecimento popular ao científico a fim de fortalecer a participação social e a formação profissional como forma de ampliação do acesso ao Sistema Único de Saúde (SUS). Este estudo justifica-se por incentivar à pesquisa em Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICs) com vistas ao aprimoramento da atenção à saúde. Este trabalho tem como objetivo verificar a utilização das práticas corporais chinesas como estratégia de cuidado na Atenção Primária à Saúde (APS). Para a metodologia deste estudo foram utilizados os seguintes bancos de dados: Lilacs, Google Acadêmico e Scielo, no período de julho de 2017 a agosto de 2017, onde foram encontrados e inclusos os artigos nacionais utilizando terapias complementares que abordavam as práticas corporais baseadas na medicina tradicional chinesa, principalmente a técnica de Lian Gong (n=5) e como critérios de exclusão artigos antigos sobre o assunto e que não abordavam a política nacional de PIC (n=10). Verificou-se em análise bibliográfica dois fatores importantes nesse contexto das práticas corporais chinesas enquanto promotora de saúde na APS, primeiramente, a divulgação e informação dos conhecimentos básicos da PIC para profissionais de saúde, gestores e usuários do SUS, considerando as metodologias participativas e o saber popular e tradicional, bem como, o estímulo às ações intersetoriais, buscando parcerias que propiciem o desenvolvimento integral das ações, ou seja, dentro de um processo participativo de ações no âmbito do entendimento e integração das equipes de saúde e da população como produto significativo das práticas corporais chinesas na perspectiva do cuidado em saúde. Portanto, conclui-se que as práticas corporais chinesas fornecem um leque de opções e formas de acesso a APS, visto algumas barreiras quanto a formação profissional, divulgação e ampliação do acesso ao usuário do SUS. Sugere-se futuras pesquisas na área para ressaltar seu valor e firmar novas perspectivas de cuidado com sua maior implementação.

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