Resumo Trabalho

PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES EM SAÚDE: OFERTA E PRODUÇÃO DE ATENDIMENTOS NO SUS DO MUNICÍPIO DE NATAL/RN.

Autor(es): ANNA PAULA BARBOSA DE QUEIROZ, PÂMELA CRISLAINE PEDROSA DE LIMA e orientado por MÉRCIA MARIA DE SANTI ESTÁCIO

Este texto apresenta os resultados preliminares da pesquisa “As Práticas Integrativas e Complementares nos serviços de atenção primária em saúde na Região Metropolitana de Natal/RN” e tem como referencial teórico a Política Nacional e Estadual de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde e visa avaliar a oferta das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS) nos serviços de Atenção Primária em Saúde da Região Metropolitana de Natal (RMN), e o custo-benefício das mesmas no processo saúde-doença dos usuários que as utilizam. Trata-se de um pesquisa exploratória descritiva com abordagem quantitativa e qualitativa desenvolvida através de contato telefônico com os serviços de Atenção Primária em Saúde da Região Metropolitana de Natal. A coleta de dados ocorreu no período de dezembro de 2015 a maio de 2016, para esse levantamento utilizamos uma lista com um total de 74 Unidades de Saúde com os seus respectivos contatos e, como instrumento de coleta de dados um questionário, para ser respondido pelos profissionais de saúde das unidades contatadas. Das 74 unidades de saúde da (RMN), em 51 foi obtido contato telefônico, representando 68,91% das unidades de saúde. Quanto à implementação das PICS, 2 82,36% não oferta nenhum tipo de prática e apenas 13,72% das unidades de saúde contatadas ofertam as PICS aos seus usuários e 3,92% afirmam já ter ofertado, mas atualmente encontra-se em novo processo de implementação, dentre elas: acunpuntura, aromaterapia, tai chi chuan, yoga, tenda dos contos e dança circular. Dentre as dificuldades para a implementação e efetivação das PICS foram relatados a falta de profissional qualificado, a falta de material para realização das práticas e um espaço físico adequado. Apesar de existir um incentivo da PNPIC e PEPIC para a implementação das práticas nos serviços do SUS, em especial na atenção básica, ainda existe o desafio dos profissionais conhecerem as práticas. Para isso, seria necessário investimento na educação permanente dos profissionais da atenção básica.

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