Resumo Trabalho

PICSCAV NA COMUNIDADE ACADÊMICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

Autor(es): RENATA CIBELE VASCONCELOS RAMOS, RENÉ DUARTE MARTINS, ROGELIA HERCULANO PINTO, SUELI MORENO SENNA e orientado por SUELI MORENO SENNA

Introdução: Práticas Integrativas e Complementares (PICs) contempla um conjunto de racionalidades médicas e recursos terapêuticos incentivados pela Organização Mundial de Saúde. No Brasil, a Política Nacional de PICs incentiva a inserção das PICs no SUS (BRASIL, 2006). Compreende quatro práticas, e a ampliação dessa oferta ocorreu com a resolução 849/2017 que incluiu mais 14 práticas ao rol do SUS (BRASIL, 2017). Na perspectiva de suprir a crescente demanda por profissionais de saúde sensíveis a esse movimento de inserção das PICs como instrumento de cuidado, a formação torna-se fundamental. A construção deste trabalho advém de um evento de PICs no Centro Acadêmico de Vitória (CAV/UFPE). O objetivo foi promover a disseminação das PICs para a comunidade universitária de cursos da saúde. Metodologia: O II PICSCAV foi organizado pelos alunos do curso de Enfermagem do nono período como parte da disciplina de PICs. Os alunos formaram três grupos: Florais de Bach, Plantas Medicinais e Auriculoterapia. A escolha dos temas foi livre dentre aqueles abordados na disciplina durante o primeiro semestre de 2017. O grupo Florais preparou um folder informativo que foi distribuído e explicado pelo CAV/UFPE; O grupo Plantas Medicinais organizou uma mesa expositiva e distribuíram sachês de plantas medicinais; E o grupo Auriculoterapia realizou atendimentos com sementes. Resultados: Grande parte do público atendido nesse dia foi constituída por alunos do centro, mas também foram atendidos servidores técnico-administrativos, professores, pessoas externas ao CAV e funcionários terceirizados. Foram realizados mais de 200 atendimentos nas três modalidades de PICs num período de 4 horas. Conclusões: Para os alunos que participaram da ação foi uma atividade enriquecedora no sentido da aplicabilidade dos conhecimentos sobre PICs. A grande procura pelos serviços fez com que os alunos percebessem que as PICs tem grande aceitação por parte da população e que podem ser incorporadas como mais uma ferramenta de cuidado para o profissional enfermeiro. Referências: BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Práticas Integrativas da Saúde (PNPIC). 2º edição. Brasília-DF, 2015. Brasil. Ministério da Saúde. Portaria nº849/2017. Amplia a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, nº60, Seção 1, pág.68.

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