Resumo Trabalho

PERCEPÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA ATENÇÃO BÁSICA REFERENTE AO USO DA FITOTERAPIA

Autor(es): ANA LIGIA NEVES DA LUZ LUNA, THAÍS ISIDÓRIO CRUZ BRÁULIO , RENAN ALVES SILVA, MAURICIO LIMA DA SILVA e orientado por GENI OLIVEIRA LOPES

INTRODUÇÃO: A fitoterapia pode ser entendida como um produto obtido de matéria prima ativa vegetal, com finalidade profilática, curativa ou paliativa. Programas envolvendo plantas medicinais e fitoterapia acontecem prioritariamente na atenção básica, envolvendo a interação entre saberes populares, ações de promoção da saúde e prevenção de agravos. Dessa forma, o conhecimento em relação as propriedades quanto ao preparo, indicação, dosagem e cultivo são essenciais para o seu uso. Com isso, torna-se imprescindível conhecer a percepção dos profissionais da atenção básica referente ao uso da fitoterapia como prática integrativa ou complementar a saúde. METODOLOGIA: trata-se de uma pesquisa descritiva, de caráter exploratório e de natureza qualitativa, em Unidades Básicas de Saúde no município de Milagres – CE, com profissionais com formação em Enfermagem ou Medicina, no período de setembro a outubro de 2016. A amostra foi constituída por quatro profissionais, sendo utilizado como instrumento de coleta, uma entrevista semiestruturada. A análise do conteúdo seguiu o método de Bardin categorizando a partir de unidades de recorrência no discurso. O estudo respeitou as resoluções para realização de pesquisas envolvendo seres humanos. RESULTADOS: as falas dos entrevistados apontaram que todos sabem conceituar a fitoterapia enquanto prática complementar e integrativa de saúde e que a falta de conhecimentos específicos para o uso da fitoterapia causa bastante transtorno na hora de prescrever as medicações alopáticas. CONCLUSÃO: Constata-se que, é perceptível a necessidade de estudos mais aprofundados em relação as plantas encontradas em cada região, no intuito de promover maior conhecimento por partes dos profissionais de saúde e consequentemente, favorecer a implantação da fitoterapia nos serviços melhorando assim a adesão dos pacientes quanto ao seu uso como forma de tratamento de doenças e minimizando o seu uso informal.

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