Resumo Trabalho

VIVÊNCIAS TERAPÊUTICAS EM UM PROJETO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: RELATO DE EXPERIÊNCIA

Autor(es): ALINE PACHECO EUGÊNIO, EDMARA MENDES DE ARAÚJO, GLEBSON COSTA ALVES, GISLAINE LUCIANA DA SILVA ARAÚJO e orientado por ALYNNE MENDONÇA SARAIVA NAGASHIMA

Introdução: No Brasil, no final da década de 70, com o movimento da reforma psiquiátrica, houve um redimensionamento dos serviços em saúde mental, migrando do âmbito institucional para o psicossocial e comunitário, buscando a reinserção social, trabalhando na autoestima e autonomia de indivíduos em sofrimento psíquico, como práticas de resgate da identidade pessoal, familiar, social e comunitária, dessa forma surge a Terapia Comunitária Integrativa (TCI), visando um cuidado holístico aos indivíduos, promovendo a reinserção social das pessoas, bem como o resgate da autonomia e fortalecimento pessoal. Objetivo: relatar a experiência de algumas dinâmicas vivenciais denominadas de Centramento de Energia e Pulsação da vida, desenvolvida pela equipe de um projeto de Extensão universitária da Universidade Federal de Campina Grande. Metodologia: Trata-se de um relato de experiência, desenvolvido no Projeto de Extensão intitulado: “A terapia comunitária integrativa como prática libertadora” onde as ações foram realizadas no município de Nova Palmeira – PB. Resultados e discussão: Foram realizadas duas vivências, no dia 21 de junho e 19 de julho, denominada Centramento de energia, onde foi observado o desbloqueio de energia pelos chakras, promovendo o alívio das tensões e resgate da autoestima. Foi realizada uma terceira vivência, chamada de Pulsação da vida cujo objetivo foi resgatar a criança interior que existe dentro de cada um. Considerações finais: As vivências podem proporcionar a adoção de estratégias de superação mediante os confrontos corriqueiros, bem como possibilita o autoconhecimento e a busca pelo equilíbrio físico, emocional e espiritual. Sendo assim, possui extrema relevância, pois o indivíduo encontra diversas formas e maneiras de valorizar a si mesmo, promovem em si mesmos a capacidade de escuta e fala, como uma comunidade que tem dificuldades, mas que através do diálogo pode mudar a vida das outras pessoas.

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