Resumo Trabalho

USO DAS PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES NO TRATAMENTO DA DOR ONCOLÓGICA

Autor(es): ROBERTA ADRIANA OLIVEIRA ESTEVAM, KELLY GUEDES DA SILVA, BARBARA VIRGÍNIA DE LIMA E SILVA SANTOS, IVANILDE MICIELE DA SILVA SANTOS e orientado por KRISTIANA CERQUEIRA MOUSINHO

A dor é uma das queixas mais comuns em pacientes oncológicos e está diretamente associada à questão emocional e os incômodos causados pela rotina terapêutica. Sabe-se que a dor relacionada ao câncer é bem mais difícil de ser tratada pela presença da compressão tumoral progressiva. Com isso, as práticas integrativas surgem como alternativa para auxiliar no tratamento da dor oncológica tendo como objetivo diminuir ou sessar as dores e o sofrimento ocasionado, aumentando a qualidade de vida dos pacientes. A revisão teve como objetivo, conhecer o papel das práticas integrativas e complementares no tratamento da dor oncológica. Para realização do estudo, foi feito o levantamento bibliográfico acerca do tema, através das principais bases de dados: PubMed (National Center for Biotechnology Information/U.S. National Library of Medicine); Medline (Medical Literature Analysis and Retrieval System online); Scielo (Scientific Eletronic Library; LILACS (Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde), entre os anos de 2011 à 2016. A organização mundial de saúde (OMS) determinou políticas específicas para o uso racional das terapias complementares em documento oficial intitulado como “Cuidados Paliativos Oncológicos: Controle da Dor”, onde as terapias complementares são divididas em métodos físicos, mecânicos e cognitivos. Dentre essas Práticas Integrativas e Complementares (PIC) estão a homeopatia, acupuntura e a fitoterapia. O arsenal terapêutico da fitoterapia é muito grande, porém a orientação adequada pode diminuir a possibilidade de reações adversas indesejáveis e a ocorrência de interações medicamentosas com o tratamento convencional. A acupuntura elimina os problemas relatados com o uso dos fitoterápicos, agindo principalmente liberando neurotransmissores que modula a resposta a dor, como a somatostatina e a encefalina e no tálamo são liberadas substâncias, através de mecanismos neurohumorais, como endorfinas, encefalinas e outros neurotransmissores. A homeopatia consiste em outra opção de auxílio ao tratamento, onde tem como princípio “a cura pela similitude’, sendo analisado caso a caso e promovendo uma terapia individualizada. Estudos mostraram a importância de medidas não farmacológicas no auxílio ao tratamento da dor oncológica. Essas práticas colaboram ainda na redução do uso de medicamentos e melhoria na qualidade de vida dos pacientes. Palavras-chaves: Dor oncológica. Tratamento da dor. Cancer pain. Pain treatment.

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