Resumo Trabalho

KALIANE MARIA CHAVES DOS SANTOS, EDIVANDO MORAIS DE ARAÚJO e orientado por ÍTALO ALVES DE ASSIS e orientado por ÍTALO ALVES DE ASSIS

O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) em uma de suas atuações exercita a construção da identidade profissional de professores já graduados e de professores em formação por meio da inserção desses últimos no cotidiano das escolas públicas, possibilitando o exercício da docência e sua relação com a pesquisa. A partir desse contexto, o presente trabalho tem como objetivo principal apresentar uma autorreflexão nossa, enquanto graduandos de Letras Inglês da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA) que atuam no PIBID/UVA subprojeto Letras Inglês, acerca de práticas e concepções de ensino e como estas realmente são colocadas em sala de aula no nosso processo de formação do profissional; mais especificamente, este trabalho trata-se de um relato de experiência de aulas de dois momentos distintos durante as oficinas do PIBID/UVA na escola pública Padre Osvaldo Carneiro Chaves, localizada na cidade de Sobral (CE), nos meses de maio e junho de 2017. Os apontamentos que embasaram esta autorreflexão são provenientes das nossas experiências e impacto das mesmas, de forma que foi possível contrastar a nossa visão à respeito de ensino de língua inglesa e o que está sendo de fato praticado nessas oficinas. Como resultado dessa autorreflexão, foi possível notar ao final das intervenções que em determinados momentos ainda não praticamos a nossa atual concepção de ensino de língua, e que a constante revisão desses conceitos e da relação teoria e prática devem fazer parte do processo de formação do professor de língua estrangeira; nesse sentido, a participação no PIBID vem nos ajudando nesse processo, pois nos permite conhecer concepções teóricas de ensino e a oportunidade de refletir sobre nossa prática docente. Além disso, também foi possível observar uma mudança de nossa postura docente entre estes dois momentos. No primeiro momento, uma das oficinas ocorreu sem haver nenhuma interação entre os alunos, o que para a nossa concepção aprendizagem de língua inglesa como língua estrangeira seria um ponto negativo; no segundo momento, após duas aulas mais tradicionalistas, houve uma pequena mudança positiva que surgiu a partir de nossas reflexões sobre o ensino de língua.

Veja o artigo completo: PDF