Resumo Trabalho

DIVERSIDADE NAS ESCOLAS: DAS MONAS ÀS TRAVAS NO MEIO SECUNDARISTA.

ENRIQUE BRUNO LIMA MARTINS

Desde o século XX as lutas pela igualdade dos direitos entre pessoas de diferentes gêneros, sexualidades e etnias têm sido constantes. Todavia, o predomínio de atitudes e convenções sociais discriminatórias, em todas as sociedades, ainda é uma realidade tão persistente quanto naturalizada. O fato de tentarem externar aquilo que elas são as colocam em situações de violência e desigualdade. A discriminação em relação à sexualidade ou à identidade de gênero começam, muitas vezes, dentro da própria casa e, fora do lar, essas pessoas continuam a sofrer em diversos ambientes, inclusive dentro do âmbito escolar. Um dos fatores que contribui para que essa segregação ligada a sexualidade ou a identidade de gênero aconteça é o estabelecimento de uma norma heteronormativa e cisgênero, ela é usada pra determinar o tipo de pessoa que embeleza os valores e representa a moral tida como certa para a sociedade. A escola, como parte da sociedade, é influenciada pelos modos de pensar e de se relacionar que são estabelecidos pela sociedade, ao mesmo tempo em que os influencia, contribuindo para suas mudanças. Vemos na escola as possibilidades de particular contribuição para mudança dessas questões. Diante disso, o projeto “Diversidade nas Escolas: Das monas às travas no meio secundarista” tem a intenção de entrar no âmbito escolar e discutir sobre questões de desigualdades vista entre diferentes gêneros e sexualidades que existem no nosso social. Assim, acredita-se que essa desconstrução no meio secundarista possa contribuir na luta contra o preconceito que tanto aterroriza a população LGBTT e mulheres.

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