Resumo Trabalho

A EVOLUÇÃO DO TRATAMENTO DE UMA PACIENTE COM ERISIPELA DIANTE DE UMA ASSISTÊNCIA HUMANIZA.

MARIA IVERLANIA DO NASCIMENTO SILVA , ADRIANA LIMA DE OLIVEIRA, LAYLA MARIA PESSOA DE BARROS, SUELI LIMA DA SILVA e orientado por LAÍSE GABRIELLY MATIAS DE LIMA SANTOS e orientado por LAÍSE GABRIELLY MATIAS DE LIMA SANTOS

Para uma acadêmica se tornar uma boa profissional, necessita não somente do conhecimento teórico, mas de uma boa iniciação ao exercício da prática. Com o objetivo de demonstrar essa importância na formação das futuras enfermeiras é que será relatada uma experiência sobre uma paciente idosa, vivenciada enquanto estagiárias da Faculdade Estácio de Alagoas, em um hospital de Rio Largo – AL, que sofria de ferimentos causados pela Erisipela. Nesse sentido, atuou-se sob a orientação da preceptora, durante o 2° semestre de 2017, onde observou-se que a paciente se queixava de dores em razão dos ferimentos ocasionados pela erisipela. A metodologia usada foi o prontuário da paciente H.P.C. de 68 anos. O resultado dessa intervenção foi muito positivo, pois se pôde perceber a importância do escutar e entender a paciente com suas angústias e assim trazer alívio às suas inquietações, além de passar tranquilidade para que a mesma sentisse segura e confiante em seu tratamento. Nesse processo de acompanhamento diário da paciente idosa, é que se percebe a importância da assistência dada pela equipe de enfermagem no tratamento das úlceras, bem com todos os cuidados com o acolhimento e realização de curativos na enferma, na tentativa de uma abordagem humanizada, o que torna relevante o despertar da equipe de enfermagem quanto a fundamental importância de seu papel no momento da efetivação do acolhimento e humanização, tendo em vista que cabe a mesma o cuidado integral do paciente. Essa compreensão pode oferecer subsídios para a reflexão sobre a humanização da prática em saúde/enfermagem e como resultado desse trabalho, observou-se uma significativa melhora no quadro clínico da idosa em relação ao período em que não houve acompanhamento pelas estagiárias, bem como em sua autoestima e relacionamento com os familiares, os quais puderam comprovar de forma positiva a evolução do tratamento.

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