Resumo Trabalho

LEISHMANIOSE TEGUMENTAR EM IDOSOS NO BRASIL: PERFIL EPIDEMIOLÓGICO

LUCAS BARRETO PIRES SANTOS, SERGIO VITAL DA SILVA JÚNIOR, ELISMAR PEDROZA BEZERRA, MARIA APARECIDA CAVALCANTI CATÃO e orientado por MARIA ELIANE MOREIRA FREIRE

A LESHIMANIOSE APRESENTA DUAS PRINCIPAIS FORMAS CLÍNICAS: LEISHMANIOSE VISCERAL E LEISHMANIOSE TEGUMENTAR. É CAUSADA POR VETORES DO GÊNERO LUTZOMYIA. NO BRASIL ENTRE OS ANOS DE 1995 A 2014, OBSERVA-SE MÉDIA ANUAL DE 25.763 CASOS NOVOS E UM COEFICIENTE DE DETECÇÃO MÉDIO DE 14,7 CASOS/100 MIL HABITANTES. NO QUE SE REFERE A IDOSOS ACOMETIDOS POR LEISHMNIOSE TEGUMENTAR, IDENTIFICAM-SE POUCAS INVESTIGAÇÕES CIENTÍFICAS REFERENTES À TEMATICA, O QUE PODE DIFICULTAR A ASSITENCIA INTEGRAL E HUMANIZADA A ESSA POPULAÇÃO. PORTANTO, INVESTIGAR O PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DE IDOSOS COM ESTE AGRAVO TORNA-SE NECESSÁRIO, PARA QUE TAIS RESULTADOS POSSAM DESPERTAR A COMUNIDADE CIENTÍFICA PARA INVESTIR EM ESTUDOS QUE TRAGAM CONTRIBUIÇÕES PARA O A PREVENÇÃO E CONTROLE DA DOENÇA ESPECIALMENTE NA POPULAÇÃO IDOSA. FOI OBJETIVO DESSE ESTUDO: DESCREVER O PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DE CASOS DE LESIHMANISOSE TEGUMENTAR EM IDOSOS NO BRASIL, SEGUNDO NOTIFICAÇÕES NO PERÍODO DE 2007 A 2017, REGISTRADAS NO SINAN/DATASUS. ESTUDO DESCRITIVO, RETROSPECTIVO, COM DADOS EXTRAÍDOS DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES DE AGRAVOS DE NOTIFICAÇÃO, EM MAIO DE 2019, CORRESPONDENTES AOS CASOS DE LESHIMANIOSE TEGUMENTAR, DIAGNOSTICADOS EM PESSOAS COM IDADE IGUAL OU SUPERIOR A 60 ANOS, REGISTRADOS NO PERÍODO DE 2007-2017. CONFORME AS NOTIFICAÇÕES LEVANTADAS, OBSERVOU-SE UMA PREDOMINÂNCIA DE CASOS DE LEISHMANIOSE TEGUMENTAR EM IDOSOS NA FAIXA ETÁRIA DE 60 A 64 ANOS, RESIDENTES NA ZONA URBANA DA REGIÃO NORDESTE. CONCLUI-SE QUE OS DADOS APRESENTADOS POSSUEM IMPORTÂNCIA À MEDIDA QUE PODEM EXPRIMIR A SITUAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA BRASILEIRA REFERENTE AO ACOMETIMENTO DA LEISHMANIOSE TEGUMENTAR EM IDOSOS.

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