Resumo Trabalho

AÇÕES EDUCATIVAS COMO INSTRUMENTO PARA O CONHECIMENTO DE IDOSOS SOBRE SEUS DIREITOS: UMA QUESTÃO DE SAÚDE

MARIA HILARY DA SILVA MELO, LÍGIA SILVA VANDERLEY DE CARVALHO, KETLENN FRANCIELLEN OLIVEIRA DE LIMA e orientado por MARIA DA PIEDADE GOMES DE SOUZA MACIEL e orientado por MARIA DA PIEDADE GOMES DE SOUZA MACIEL

Introdução: À medida que a medicina evolui e que a sociedade começa a ter mais hábitos saudáveis, há o aumento na expectativa de vida. Todavia, a preservação dos direitos dos idosos parece acompanhar a evolução a passos lentos. Este relato tem como objetivo, descrever a experiência da turma do primeiro ano de enfermagem da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (UNCISAL), em uma Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI). Metodologia: Trata-se de um relato de experiência de característica descritiva, realizada em uma ILPI, na cidade de Maceió/AL, envolvendo idosos, no o período de fevereiro a março de 2017. E teve como aporte teórico as aulas da disciplina de Bases de Intervenção e Atenção à Saúde com o estudo do Estatuto do Idoso (LEI Nº 10.741, DE 1º DE OUTUBRO DE 2003) com enfoque nos direitos à saúde. Resultado: Ao passar das ações um olhar mais holístico foi alcançado, a troca de experiências e o conhecimento da história de cada idoso fez com que as estratégias fossem planejadas respeitando a singularidade de cada indivíduo. Ao fim das atividades notou-se a melhora na autoestima e uma apropriação dos conhecimentos dos direitos dos idosos, como também, a conscientização dos funcionários da Instituição. Fazendo-os perceber o lugar do idoso na sociedade, seu protagonismo, suas habilidades e potencialidades. Conclusão: As atividades de Educação em Saúde devem ser planejadas respeitando os direitos dos idosos possibilitando seu protagonismo, principalmente na sociedade. O convívio social contribui para a percepção do idoso sobre suas potencialidades e habilidades, melhorando sua autonomia e qualidade de vida. A partir da experiência, os acadêmicos conseguiram aplicar a teoria na prática, mas principalmente, trocar experiências e aprendizados, sobre como estes direitos podem ser prezados por familiares e pela sociedade.

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