Resumo Trabalho

ANÁLISE DO RISCO DE QUEDAS EM IDOSOS URBANOS

BRENDA NATALLY SOARES FURTADO, WENDELL AGUIAR SILVA, ANA CARLA ALCANTARA FRUTUOZO e orientado por VITÓRIA REGINA QUIRINO DE ARAÚJO e orientado por VITÓRIA REGINA QUIRINO DE ARAÚJO

Esse artigo apresenta dados sobre pesquisa cujo objetivo foi a identificação de riscos de quedas em idosos, em uma perspectiva analítica e descritiva. A amostra estudada foi de pessoas acima de 60 anos adscritos na Rede de Unidade Básica da Saúde distribuída entre seis distritos sanitário da cidade de Campina Grande- PB. Os idosos responderam inicialmente a um questionário sociodemográfico, seguido da avaliação da preocupação com o risco de quedas, foi utilizada a versão brasileira da Falls EfficacyScale–International (FES-I) FES-I Brasil. Fizeram parte da pesquisa 498 idosos, sendo 400 do sexo feminino (80,3%) e 98 do sexo masculino (19,7%). A média de idade foi 71,14, com desvio padrão 7,093, sendo a idade mínima 60 anos e a máxima, 92 anos. Apenas 29,25% das mulheres foram classificadas como não caidoras segundo o risco de quedas. Houve associação estatisticamente significativa entre o gênero e o risco de quedas (p=0,0001). Os valores referentes as mulheres ‘caidoras’ e ‘caidoras recorrentes’ se apresentam maiores em comparação ao gênero masculino. Assim, é essencial que se busque a promoção da saúde e a prevenção de quedas através de medidas educativas e de intervenções terapêuticas a fim de minimizar os fatores que interferem na capacidade funcional e no risco de quedas.

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