Resumo Trabalho

INTERDISCIPLINARIDADE E RISCO DE QUEDAS EM IDOSOS ATIVOS: UM ESTUDO A PARTIR DE UM PROJETO DE EXTENSÃO

REBECA PEREIRA DA SILVA, DEIVISON DA SILVA FERREIRA, JULIANA CLAUDIA LEITE e orientado por RACHEL CAVALCANTI FONSECA e orientado por RACHEL CAVALCANTI FONSECA

Os países que passam por um processo de desenvolvimento, tende a ocorrer por uma mudança em sua demografia. Geralmente tem inicio com o baixo índice de mortalidade, logo após a diminuição da taxa de natalidade, promovendo grandes mudanças na faixa etária da população. O Brasil é um país que envelhece ligeiramente. Suas mudanças em relação a dinâmica da população são nítidas, inconvertível e evidente. O grande crescimento da população idosa se deu a partir de 1940. Porém foi na década de 50, que se evidenciou um alto índice da população idosa, chegando a obter valores acima de 3% ao ano, atingindo 3,4% entre 1991 e 2000. Em um período de 25 anos (1980-2005), se comparar, o aumento populacional de idosos com o aumento da população total, vemos que a ampliação da estrutura etária idosa foi de 126,3%, a medida que o crescimento populacional total foi de 55,3%. Atualmente a faixa etária de 80 anos a mais é formada por 2.935.585 indivíduos mostrando 14% dos habitantes idosos brasileiros. Objetivo: Analisar o risco de quedas em idosos ativos enfatizando a atuação interdisciplinar. A pesquisa se trata de um estudo de campo, descritivo de caráter exploratório de abordagem quantitativa e qualitativa. Teve aprovação do Comitê de Ética em pesquisa (CEP). A mesma ocorreu no CCI (Centro de Convivência da Pessoa Idosa). Foram avaliadas 10 idosas do sexo feminino, todas assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE). Foi realizado através de um projeto de extensão, Atenção à Saúde da pessoa Idosa, O projeto tem como objetivo promover o cuidado a pessoa idosa de forma integral, um olhar multidisciplinar em um grupo de idosos ativos, promovendo saúde bem estar, abordando as questões, como a importância dos benefícios das atividades física, alimentação saudável, prevenções de doenças, prevenção de quedas. Um olhar ampliado na saúde do idoso como um todo, com rodas de conversas, abordando diversos temas, tirando duvidas, incentivando para cada vez mais proporcionar um envelhecimento mais saudável. Foram 10 mulheres com idade entre 62 e 85 anos (média de 77,6 anos). Das 10 idosas que foram submetidas à aplicação de um instrumento, e de acordo com o instrumento tug (10s, 11s, 20s) normal para idosos frágeis ou com deficiência, mas que são independentes para maioria das atividades de vida diária (AVD´s) baixo risco de queda. (entre 6s a 11s) 5 idosos, e (entre 12s a 17s) 5 idosos. Foi constatado que (61,51%) obtiveram resultado acima de 60 pontos, categorizando-os como completamente independentes. Sendo 9s menor tempo e 17,3s maior tempo, totalizando uma média de 13,5s. Destaca-se a importância da utilização do instrumento TUG, para avaliar o desempenho dos índices de queda em idosos ativos, para a prevenção de quedas e independência funcional em idosos. Promovendo a saúde, visando buscar o cuidado de forma integral com um olhar multidisciplinar em um grupo de idosos ativos, promovendo saúde bem estar, na prevenção de doenças, com o objetivo de promover a funcionalidade e qualidade de vida, envolvendo acadêmicos dos cursos de Fisioterapia, Medicina, Nutrição, Enfermagem, Farmácia.

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