Resumo Trabalho

CAPACIDADE FUNCIONAL E AUTOPERCEPÇÃO DE SAÚDE EM IDOSOS

PATRÍCIA SILVA TOFANI, JÚLIA GUIMARÃES REIS DA COSTA e orientado por DANIELA CRISTINA CARVALHO DE ABREU e orientado por DANIELA CRISTINA CARVALHO DE ABREU

O envelhecimento da população representa um dos maiores desafios à saúde pública. A autopercepção de saúde e o nível de capacidade funcional são considerados indicadores do estado de saúde de idosos e seus dados auxiliam no desenvolvimento de políticas de saúde. Objetivo: avaliar a autopercepção de saúde dos idosos e quais são as atividades que causam maior impacto na capacidade funcional, segundo a variável sexo (feminino e masculino). Metodologia: Estudo observacional transversal com 115 idosos, residentes na cidade de Ribeirão Preto, SP. Os idosos foram avaliados individualmente e consistiu na aplicação de questionário de autopercepção de saúde geral e desempenho físico. Para a análise comparativa dos dados foram utilizadas a estatística descritiva. Resultado e Discussão: 39,1% e 56,5% dos homens; e, 28,3% e 54,3% das mulheres classificaram a autopercepção de saúde como excelente e boa, respectivamente. O sexo feminino apresentou maior dificuldade de realizar as atividades diária de forma independente. A autopercepção de saúde é um método confiável e um considerável indicador de saúde global. Os estudos apontam que os Idosos podem apresentar percepção reduzida de sua autoeficácia de realizar tarefas que exigem maior controle postural. Conclusão: A percepção dos idosos quanto a sua saúde é predominantemente boa e excelente. As atividades de capacidade funcional em que os idosos, de ambos os sexos, mais demonstram dificuldade são de entrar e sair do ônibus e levantar-se do chão. Baseando nos dados do estudo, sugere-se que o fisioterapeuta elabore estratégias terapêuticas que consigam melhorar o desempenho em tarefas funcionais importantes para a inclusão social do idoso, como as atividades avaliadas no estudo.

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