Resumo Trabalho

ANÁLISE DA TAXA DE MORTALIDADE EM IDOSOS COM DOENÇAS HIPERTENSIVAS EM ALAGOAS: O RECORTE DE: 2011 Á 2015

MAYRA SOCORRO DE OLIVEIRA SILVA, MÁRCIA DANIELA GOMES DE MELO e orientado por MARIA CLARA BRASILEIRO BARRROSO e orientado por MARIA CLARA BRASILEIRO BARRROSO

INTRODUÇÃO: Percebe-se que o povo brasileiro está envelhecendo, em nossa população há cada vez mais idosos havendo assim uma mudança na pirâmide etária. Por conta disso há um aumento das doenças crônicas não transmissíveis, dentre elas a Hipertensão Arterial que tem alta predominância na terceira idade, sendo alarmante a quantidade de mortes consequentes da HA. Sendo assim, torna-se imprescindível uma melhor qualificação dos profissionais da área de saúde para se obter um melhor tratamento precoce e diagnóstico apropriados, contribuindo também para orientar e direcionar esses idosos, evitando assim complicações características da hipertensão arterial, para se reduzir a mortalidade decorrentes da doença. Dado o exposto, objetivou-se analisar a mortalidade de idosos por doenças hipertensivas por residência em Alagoas, no período de 2011 a 2015. METODOLOGIA: Logo, a construção desse estudo foi por meio de uma análise da taxa de mortalidade por hipertensão em residência de idosos com faixa etária de 60 a 80 anos ou mais no período de 2011 a 2015, com dados apurados no Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS). RESULTADOS/DISCUSSÕES Através da análise dos dados disponíveis no DATASUS, foi constatado que ainda é grande quantidade de mortes por Hipertensão em residência em ambos os sexos, e que em todos os anos a mortalidade das mulheres foi maior que a dos homens. Considerando os fatos, este estudo demonstrou que ainda há uma alta taxa de mortes por hipertensão em residência em Alagoas, sendo Maceió o município onde mais se concentra essa taxa de mortalidade. Sob o mesmo ponto de vista, se evidencia que apesar dos idosos estarem mais cuidadosos com a saúde, muito precisa se avançar se tratando das doenças crônicas não transmissíveis. CONCLUSÕES: Com base no que foi visto, a taxa de mortalidade por Hipertensão em residência nesses 5 anos se manteve alta em todo esse período, sendo a maior taxa de mortes em idosas, em todos os anos e em todos os municípios, com exceção de Arapiraca em 2015, com uma diferença mínima. Portanto, mais do que nunca se faz necessário a qualificação dos profissionais da área de saúde para se obter um melhor tratamento precoce e diagnóstico apropriados, para dessa maneira tentar evitar ao máximo as complicações características da hipertensão arterial, para se reduzir a mortalidade decorrentes da doença.

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