Resumo Trabalho

A AUSÊNCIA DA FAMÍLIA EM INSTITUIÇÕES DE LONGA PERMANÊNCIA E DEPRESSÃO EM IDOSOS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

IRISLÂNDIA DE OLIVEIRA BATISTA, LEANDRO NONATO DA SILVA SANTOS, THACIANE MARIA FERREIRA DE SOUZA, MARIA KARULINE ANDRADE E SILVA e orientado por NÍVEA MABEL DE MEDEIROS e orientado por NÍVEA MABEL DE MEDEIROS

Introdução: Nos últimos anos, o crescimento da população idosa tem crescido em ritmo acelerado, o aumento desse público gera consequencias que atingem diretamente os serviços de assistência em saúde e social prestados a pessoa idosa. Os idosos com comprometimento cognitivo tem uma diminuição das atividades de vida diária (AVD) prejudicada, resultando em uma redução da capacidade de inclusão, concentração e compreensão. Metodologia: Trata-se de um estudo descritivo do tipo relato de experiência, decorrente das aulas práticas de saúde do idoso realizada em uma instituição de longa permanência no alto sertão paraibano. Participaram da ação prática alunos do curso de graduação em enfermagem da Universidade Federal de Campina Grande- UFCG. Assim, algumas atividades foram realizadas como: a consulta de enfermagem, a anamnese, exame físico geral e posteriormente a aplicação de testes geriátricos. Resultados e Discussão: A Qualidade de vida dos idosos institucionalizados é diferente dos que vivem com a família. Nas visitas realizadas nas ILPIs os estudantes foram bem recepcionados pelos moradores, e podemos observar a carência de atenção dos mesmos, que quase sempre ficam sentados em um local reservado, solitários, calados e pensando na vida. O isolamento social e comunitário proporcionado pela internação em uma ILPI, agregado a ausência de atividades podem ser considerados um fator importante para que o idoso venha a desenvolver um sofrimento mental, necessitando ainda mais da presença e do contato familiar, embora se tenha a companhia dos colegas residentes nas ILPIs, os idosos ainda se sentem sozinhos vivenciando sentimentos de solidão. Conclusão: Concluímos que é de suma importância à realização de atividades que estimulem o funcionamento mental e cognitivo do idoso, bem como incentivo da participação do familiar e comunidade com a finalidade de evitar o isolamento e sofrimento mental, em que a depressão é o mais comum. A capacitação dos profissionais também se faz necessário, para o cuidado em geral e detecção de sinais de sofrimento mental.

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