Resumo Trabalho

PROGRAMA DE ATIVIDADE FÍSICA, SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA PARA A TERCEIRA IDADE

KAMILLA BARBARA ARRUDA DUARTE e orientado por KARINA DO VALLE MARQUE e orientado por KARINA DO VALLE MARQUE

Promover o envelhecimento saudável permite que o indivíduo tenha qualidade de vida e capacidade de determinar e executar suas próprias intenções de modo independente. As políticas destinadas aos idosos devem considerar a capacidade funcional, a necessidade de autonomia, de participação, de cuidado, de autossatisfação. E incentivar a prevenção, o cuidado e a atenção integral à saúde. Este relato tem por objetivo descrever a experiência vivida em um projeto de extensão que acontece na Universidade Federal de Uberlândia (UFU) com um grupo de idosos, desenvolvido por profissionais, docentes e acadêmicos de vários cursos, principalmente Fisioterapia, com parceria do curso de Medicina. O projeto teve carga horária de doze horas semanais, com início em março de 2016 e término em dezembro de 2016, e as atividades desenvolvidas pelos acadêmicos englobavam atividades físicas, recreativas e oficinas de educação em saúde. As ações realizadas foram estruturadas e organizadas após identificar as principais necessidades e limitações dos participantes de modo informal. Abordamos diferentes assuntos, com uma variedade de profissionais que puderam falar com autoridade sobre os temas propostos, facilitando o diálogo, a discussão e permitindo uma troca de experiência entre todos participantes do grupo. Com os relatos dos idosos, e a observação dos acadêmicos e monitores do projeto foi possível traçar atividades que se apoiavam em promover saúde e socialização, prevenir agravos de doenças estabelecidas, educar em saúde, reduzir danos e reabilitar. Propor um projeto de extensão com o intuito de promover saúde e socialização não é uma tarefa fácil. Foi desafiador pensar em um cronograma que pudesse atingir todos participantes, de forma dinâmica despertando o interesse de todos em persistir até o último dia do ano letivo. Fizemos uma abordagem objetivando a saúde e não a doença, a socialização e não a exclusão, o que nos deixa fora do modelo biomédico e permite enxergar esses indivíduos de modo integral.

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