Resumo Trabalho

EXPOSIÇÃO SOLAR EXCESSIVA COMO FATOR DE RISCO PARA CÂNCER DE PELE EM IDOSOS: UMA REVISÃO DE ESCOPO

FRANCISCO IVIS DUARTE, DÉBORA VALÉRIA DE OLIVEIRA TORRES, GABRIEL ZAMBIAZE FARIAS, RODRIGO ASSIS NEVES DANTAS e orientado por DANIELLE VIEIRA DANTAS

OBJETIVO: RELACIONAR A INCIDÊNCIA SOLAR EXCESSIVA E O ACOMETIMENTO DE CÂNCER DE PELE EM IDOSOS. MÉTODOS: O ESTUDO É UMA REVISÃO DE ESCOPO, DESENVOLVIDO EM ABRIL DE 2019. PARA A PESQUISA FOI UTILIZADO O PORTAL DE PERIÓDICOS DA COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR E A BIBLIOTECA VIRTUAL EM SAÚDE, BUSCANDO NAS BASES DE DADOS LITERATURA LATINOAMERICANA EM CIÊNCIAS DA SAÚDE, WEB OF SIENCE, MEDLINE, SCOPUS E SCIELO, OS DESCRITORES UTILIZADOS FORAM IDOSO (AGED), NEOPLASIAS CUTÂNEAS (SKIN NEOPLASMS) E QUEIMADURA SOLAR (SUNBURN) E UTILIZOU-SE O OPERADOR BOOLEANO AND. RESULTADOS: A PARTIR DAS BUSCAS, OBSERVOU-SE QUE A EXPOSIÇÃO SOLAR EXCESSIVA É O PRINCIPAL FATOR DE RISCO PARA O ACOMETIMENTO DE NEOPLASIAS CUTÂNEAS EM IDOSOS, TENDO COMO FATOR DE INTENSIFICAÇÃO O ENVELHECIMENTO DA PELE E A MAIOR PRÁTICA DE ATIVIDADES AO AR LIVRE. CONSIDERAÇÕES FINAIS: COM A TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA QUE O MUNDO ENFRENTA, IDENTIFICA-SE O AUMENTO DE NÚMERO CÂNCER DE PELE EM IDOSOS, FAZENDO-SE NECESSÁRIO UMA MAIOR ATENÇÃO E O DESENVOLVIMENTO DE POLÍTICAS PÚBLICAS PARA EDUCAR, PREVENIR E TRATAR ESSA PATOLOGIA NESSA POPULAÇÃO.

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