Resumo Trabalho

GLIOBLASTOMA MULTIFORME: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA A FIM DE EMBASAR A CLÍNICA

BRUNA SILVA LEÃO PRAXEDES, LUIZA DE SALES COSTA, KASSIELE MENEZES SILVA e orientado por IVAN DO NASCIMENTO DA SILVA e orientado por IVAN DO NASCIMENTO DA SILVA

INTRODUÇÃO: Glioblastoma multiforme (GBM) é o tumor primário maligno cerebral mais comum e agressivo em adultos, caracterizado por uma invasão extensa e inicialmente assintomática. Possui um dos piores índices de sobrevida entre todos os cânceres humanos, acometendo majoritariamente idosos com mais de 65 anos, onde a média de vida é de apenas 12-15 meses. O tratamento é agressivo, incluindo ressecção cirúrgica, radioterapia e quimioterapia. OBJETIVO: Relatar o caso de uma paciente diagnosticada com glioblastoma multiforme com relato de cefaleia holocraniana com piora progressiva, confusão mental e déficit de memória. MÉTODOS: Trata-se de um relato de experiência de uma paciente que foi atendida no Hospital Geral do Estado em Maceió, Alagoas, Brasil. Os dados foram coletados com base na anamnese, exame físico e exames de imagem. Além disso, foi feita uma revisão de literatura baseada em artigos do Pubmed, Scielo e Lilacs. Os termos de busca utilizados nas bases foram “glioblastoma multiforme”, “brain tumor” e “elderly”. Para a seleção dos estudos, utilizou-se como critério de inclusão estudos publicados de 2007 a 2017, excluindo revisões de literatura e revisões sistemáticas. RELATO DE CASO: MJSS, sexo feminino, 61 anos, deu entrada com relato de queda da própria altura. O exame físico demonstrava que a paciente encontrava-se consciente, desorientada em tempo e espaço, com pontuação de 14 na Escala de Glasgow. Diante da apresentação, foi realizada uma tomografia computadorizada de crânio, que evidenciava tumor no hemisfério esquerdo na transição parieto-occipito-temporal. Paciente apresentou hemiparesia direita e hemianopsia, evoluindo com cefaleia, afasia e apraxia ideomotora. CONCLUSÃO: Conhecer os diversos tipos de tumores cerebrais é de extrema importância na formação médica, pois é possível, assim, embalar futuros diagnósticos, promovendo um tratamento mais eficaz e precoce que visa um melhor prognóstico para o paciente.

Veja o artigo completo: PDF