Resumo Trabalho

PREDITORES DA DISTÂNCIA HORIZONTAL PÉ/DEGRAU DO MEMBRO DE ULTRAPASSAGEM DURANTE A TRANSPOSIÇÃO DE DEGRAUS EM IDOSOS: EFEITO DA DISPONIBILIDADE DE INFORMAÇÃO VISUAL

NÚBIA RIBEIRO DA CONCEIÇÃO, DIEGO ORCIOLI-SILVA, PRISCILA NÓBREGA DE SOUSA, VINICIUS CAVASSANO ZAMPIER e orientado por LILIAN TERESA BUCKEN GOBBI e orientado por LILIAN TERESA BUCKEN GOBBI

O processo de envelhecimento acarreta diversos comprometimentos morfológicos que afetam diretamente a locomoção, principalmente em ambientes desafiadores como é o caso de ambiente com degraus. A ocorrência de quedas neste ambiente quando envolve idosos geralmente resulta em hospitalizações, lesões graves ou óbito. Para a realização bem sucedida deste tipo de tarefa, a interação dos estímulos sensoriais, principalmente visual e cinestésico, com o sistema motor, se faz necessária. A fase de aproximação correspondente aos três últimos passos antes a abordagem do primeiro degrau é crucial para a realização segura da tarefa, pois nesse momento ocorre o rasteio visual do ambiente a o planejamento da tafera. Um dos importantes parâmetros de segurança analisados que refletem as estratégias adaptativas dos indivíduos na abordagem de degraus é a distância horizontal pé/obstáculo-degrau do membro de abordagem, pois este parâmetro representa o momento que o indivíduo iniciou a tarefa Desse modo, o objetivo do presente trabalho foi investigar quais variáveis cinemáticas da fase de aproximação podem predizer a distância horizontal pé/degrau do membro de ultrapassagem (DHPDMU) durante a transposição de degraus com a manipulação da informação visual, em idosos. Participaram deste estudo 15 idosos (idade: 69,33±5,08 anos). Uma escada de quatro degraus, cada um com altura de 20 cm foi utilizada para realização da tarefa. Equipamento optoeletrônico (OPTOTRAK Certus, Northern Digital, Canadá) foi utilizado para o registro dos dados cinemáticos dos passos da fase de aproximação – três passos antes da abordagem do primeiro degrau. Para a manipulação da informação visual, foi utilizada uma barreira visual fixada ao corpo do participante, de modo que impedisse a visualização dos pés. O participante foi instruído a andar em velocidade preferida e transpor os degraus até o topo da escada. Foram realizadas cinco tentativas para cada condição de informação visual (com e sem informação visual). Para análise estatística, inicialmente foi realizada correlação de Pearson com intervalo de confiança de 95% para as variáveis cinemáticas da fase de aproximação com a distância horizontal pé/degrau do membro de ultrapassagem (DHPDMU) e, posteriormente, regressão linear foi empregada para as variáveis correlatas com a variável dependente (DHPDMU). Para todas as análises o nível de significância adotado foi de p

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