Resumo Trabalho

EDUCAÇÃO EM SAÚDE ENTRE IDOSOS: SEDENTARISMO E OBESIDADE NO SURGIMENTO DE DOENÇAS CRÔNICAS

THAYNÁ DE ALMEIDA ALVES, JÉSSICA LARISSA VIANA SILVA e orientado por CLÉSIA OLIVEIRA PACHÚ

OBJETIVOU-SE PROMOVER REFLEXÃO ACERCA DOS IMPACTOS DO SEDENTARISMO E OBESIDADE NO DESENVOLVIMENTO DAS DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS ENTRE IDOSOS DE CAMPINA GRANDE, PARAÍBA. UTILIZOU-SE METODOLOGIA ATIVA, TIPO APRENDIZAGEM BASEADA EM PROBLEMAS, COM 55 IDOSOS USUÁRIOS DE TRANSPORTE PÚBLICO DO TERMINAL DE INTEGRAÇÃO DE ÔNIBUS DE CAMPINA GRANDE, PARAÍBA, NO PERÍODO DE MARÇO A ABRIL DE 2019. NO PRIMEIRO MOMENTO, O USUÁRIO DO TERMINAL FOI ABORDADO E PROCEDEU-SE A APRESENTAÇÃO DO PROJETO. CASO DESEJASSE PARTICIPAR, ERA DIRECIONADO AO ACOLHIMENTO PARA PRESTAR INFORMAÇÕES SOCIAIS. FOI REALIZADA AFERIÇÃO DA PA, DO PESO, ALTURA, CIRCUNFERÊNCIAS DE CINTURA E QUADRIL. ESSAS INFORMAÇÕES ERAM ANOTADAS E ENTREGUES AO IDOSO E PARTINDO DA NECESSIDADE DE CADA UM, SE DESENVOLVIA, NO TERCEIRO MOMENTO, EDUCAÇÃO EM SAÚDE PARA MELHOR ASSISTI-LOS. FORAM REALIZADOS 55 ATENDIMENTOS, NOS QUAIS, 45,4% ESTAVAM ENTRE 60 A 70 ANOS E, EM SUA MAIORIA, DO SEXO FEMININO (52,7%). 72,7% DIZIAM APRESENTAR HAS, 12,7% POSSUÍAM DM, SENDO 10,9% DO TOTAL PORTADORES DE AMBAS AS MORBIDADES, SENDO AINDA, 45,4% SEDENTÁRIOS. AS MEDIDAS ANTROPOMÉTRICAS RETRATAVAM QUE 81,8%, DE ACORDO COM O RCQ, APRESENTAVAM MAIOR RISCO CARDIOVASCULAR E 50,9%, REFERENTE AO IMC, ESTAVAM COM SOBREPESO. DOS ASSISTIDOS, 64% POSSUÍAM NÍVEIS DE ALTERAÇÃO NO MOMENTO DA AFERIÇÃO, SENDO A MAIOR ALTERAÇÃO (31%) ENTRE 140-159/90-99 MMHG. AS ORIENTAÇÕES E INSTRUÇÕES ERAM REALIZADAS AOS QUE NECESSITAVAM, PARA MELHOR QUALIDADE DE VIDA. DESTACA-SE, PORTANTO, A NECESSIDADE DAS INTERVENÇÕES NO SENTIDO DE DESPERTAR OLHAR CRÍTICO E INTERESSADO QUANTO ÀS SITUAÇÕES DE SAÚDE DO INDIVÍDUO E A INFLUÊNCIA DOS HÁBITOS DE VIDA NO DESENVOLVIMENTO DE MORBIDADES.

Veja o artigo completo: PDF