Resumo Trabalho

MORTALIDADE POR LESÕES AUTOPROVOCADAS EM IDOSOS NO BRASIL

MAYRANE MISAYANE SOUSA DOS SANTOS, JONAS SIEBRA DE LIMA, GEANE SARA DE HOLANDA, NAYANNE CRISTINNE DE SOUSA AMARO e orientado por CICERA RENATA DINIZ VIERA SILVA e orientado por CICERA RENATA DINIZ VIERA SILVA

Introdução: A organização mundial da saúde considera o suicídio um problema para a saúde pública, pois este é um fenômeno altamente complexo, conseqüência de vários fatores. Na terceira idade os indivíduos podem ter dificuldades ao enfrentar o processo do envelhecimento, em decorrência podem evoluir para quadros depressivos ou a própria depressão. No Brasil não existem políticas públicas que englobem o suicídio em idosos e dessa forma intensificando o quadro da população. Objetivos: O estudo buscou demonstrar os casos de suicídio em idosos e os fatores de risco associados, além de calcular a taxa de mortalidade por lesões autoprovocadas nessa população por sexo e região. Metodologia: Foi realizado um estudo analítico e retrospectivo na base de dados on-line do Sistema de Informação de Mortalidade - SIM do Ministério da Saúde, com as variáveis: idade, sexo, causa da morte por lesões autoprovocadas e regiões. Entre os anos de 2005 a 2015. Resultados e Discussão: As mortes de idosos por lesões autoprovocadas representam 15,4% de todos os óbitos do País. No total ocorreram 16.445, dessas, 13.336 foram pelo público masculino e 3.109 do feminino, ou seja, um resultado preocupante, visto que esse público também lidera os casos de mortes a nível nacional. Estudos afirmam que mostram em seus estudos que as mulheres apresentam mais pensamentos de morte enquanto os homens efetivam o suicídio. Conclusões: Considerando os resultados, a atenção à pessoa idosa deve contemplar o cuidado com o processo do envelhecimento e as doenças físicas e emocionais durante esse período de vida.

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